20No nosso esforço contínuo para a excelência, a SpineMED® realiza anualmente uma pesquisa de “Opiniões de desempenho clínico”, onde cada clínico SpineMED® é contatado e é solicitado que ele forneça sua experiência clínica no uso do Sistema.
Os dados coletados incluem resultados dos pacientes tratados com SpineMED® para estabelecer uma medida subjetiva com os resultados clínicos do Sistema. As respostas recebidas dos médicos são postadas como informação clínica como “SURVEY desempenho clínico” como um link ativo para a sua pesquisa e de todos os outros médicos.
No Brasil, Dr. Fernando Schmidt foi o primeiro a implantar efetivamente a SpineMED® – conforme o site Canadense indica – tendo SpineMED Brasil como fornecedora. Confira: spinemedtherapy.com



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O levantamento anual de “Opiniões de desempenho clínico” da SpineMED® representa um esforço louvável em post-market surveillance para coletar feedback da comunidade clínica. No entanto, ao focar na “medida subjetiva” baseada na experiência dos médicos, a metodologia pode ser enriquecida. Para otimizar a validação da eficácia terapêutica do sistema, seria benéfico integrar dados de desfechos objetivos, como escalas funcionais validadas (ex: Oswestry Disability Index, Roland-Morris Disability Questionnaire), exames de imagem comparativos pré e pós-tratamento, ou mesmo parâmetros biomecânicos específicos da coluna vertebral. Essa abordagem multimodal proporcionaria uma análise mais robusta e completa dos resultados clínicos, transcendendo as limitações inerentes à percepção puramente subjetiva.
A iniciativa de disponibilizar os “SURVEY desempenho clínico” como um link ativo denota um compromisso com a transparência e a disseminação de informações. A menção ao Dr. Fernando Schmidt como pioneiro na implantação da SpineMED® no Brasil, via SpineMED Brasil, destaca a importância da adoção e adaptação de tecnologias avançadas no cenário nacional para o manejo de patologias discais e espinhais. É imperativo que a introdução e a expansão de tais tecnologias sejam acompanhadas por rigorosos programas de treinamento e educação continuada, garantindo a padronização dos protocolos de uso e maximizando o potencial de benefícios para os pacientes, alinhando a “aposta na tecnologia” com a melhor prática clínica.
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É digna de nota a iniciativa da SpineMED® em conduzir anualmente sua pesquisa de ‘Opiniões de desempenho clínico’, envolvendo ativamente os profissionais que empregam o Sistema. A prática de coletar dados sobre os resultados dos pacientes e de disponibilizar publicamente as respostas dos médicos, como indicado pelo “SURVEY desempenho clínico”, com um link ativo para acesso, reflete um compromisso louvável com a transparência e a partilha de conhecimento na comunidade clínica. Embora a mensuração subjetiva da experiência dos pacientes seja crucial para a avaliação da satisfação e percepção de melhora, a consideração de integrar métricas objetivas complementares, sempre que pertinentes e factíveis, poderia enriquecer ainda mais a compreensão da eficácia do tratamento. O destaque dado ao Dr. Fernando Schmidt como pioneiro na implantação da SpineMED® no Brasil, através da SpineMED Brasil, ilustra a relevante expansão e adoção da tecnologia em território nacional.
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A iniciativa de realizar a pesquisa de “Opiniões de desempenho clínico” anualmente é crucial para coletar o feedback subjetivo dos médicos, mas o destaque dado ao Dr. Fernando Schmidt como pioneiro na implantação do sistema no Brasil ressalta a importância da validação local. A forma como o artigo descreve a postagem dos resultados do “SURVEY desempenho clínico” como “informação clínica” demonstra um esforço de transparência. Para fortalecer a adoção da tecnologia, a integração desse feedback subjetivo com dados de eficácia objetiva é um passo importante para solidificar a credibilidade do sistema SpineMED no mercado brasileiro.
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A iniciativa da SpineMED® em conduzir uma pesquisa anual de “Opiniões de desempenho clínico” reflete um compromisso louvável com a otimização contínua de seu sistema. Contudo, é fundamental analisar a natureza dos dados coletados. O artigo menciona a obtenção de “resultados dos pacientes tratados com SpineMED® para estabelecer uma medida subjetiva com os resultados clínicos do Sistema”. Embora a perspectiva do clínico seja crucial para avaliar a experiência de uso e a percepção de eficácia em cenários do mundo real, a caracterização como “medida subjetiva” limita sua robustez como evidência primária de desfechos clínicos objetivos. Para uma compreensão mais completa da eficácia terapêutica, seria valioso complementar esses dados com métricas quantificáveis e desfechos validados, preferencialmente oriundos de estudos prospectivos.
A divulgação das “respostas recebidas dos médicos como informação clínica como ‘SURVEY desempenho clínico’ com um link ativo” demonstra transparência e busca fomentar a troca de conhecimento. No entanto, é imperativo que a interpretação desses resultados leve em conta as limitações metodológicas inerentes a pesquisas de opinião, que podem estar sujeitas a vieses de seleção e de resposta. Embora forneça um panorama qualitativo sobre a experiência de uso e a satisfação geral, esta modalidade de coleta de dados difere substancialmente da evidência obtida por ensaios clínicos randomizados controlados ou estudos de coorte prospectivos, que são pilares para estabelecer a eficácia e segurança de uma tecnologia médica. A distinção entre “informação clínica” baseada em opinião e “evidência clínica” baseada em rigor metodológico é vital para a prática baseada em evidências.
A menção do Dr. Fernando Schmidt como o pioneiro na implantação efetiva da SpineMED® no Brasil, conforme referenciado pelo site canadense e pela SpineMED Brasil como fornecedora, destaca a importância da adoção precoce de tecnologias inovadoras. A experiência de *early adopters* é crucial para a validação em novos mercados e contextos clínicos. No entanto, para além do testemunho individual, a compilação e análise sistemática desses dados de experiência real — transformando feedback subjetivo em dados estruturados de *real-world evidence* — poderia fortalecer o posicionamento da tecnologia no cenário médico brasileiro. Tal abordagem permitiria não apenas corroborar as opiniões iniciais, mas também identificar particularidades de uso e resultados em uma população diversa, agregando valor substancial à base de evidências do sistema e auxiliando na sua disseminação responsável.
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Que notícia bacana e inspiradora! Fiquei super empolgado ao ler sobre a iniciativa da SpineMED® de realizar anualmente a pesquisa de “Opiniões de desempenho clínico”. Essa ideia de coletar a experiência dos clínicos e os resultados subjetivos dos pacientes para medir a eficácia do sistema é simplesmente genial e algo que sempre valorizei na busca por tratamentos. Lembro-me de algumas situações pessoais ou de conhecidos, onde a falta de métricas claras ou a dificuldade em comparar a eficácia de diferentes abordagens era um grande entrave. Ver uma empresa apostando na transparência e na voz da comunidade clínica, transformando isso em um “link ativo para a sua pesquisa” e disponibilizando os “SURVEY desempenho clínico”, me dá uma confiança enorme na seriedade e no compromisso com a excelência.
E o fato de o Dr. Fernando Schmidt ter sido o primeiro a implantar efetivamente a SpineMED® no Brasil, com a SpineMED Brasil como fornecedora, conforme o site Canadense indica, me enche de otimismo sobre o avanço da tecnologia e da saúde por aqui! É incrível ver nossos profissionais na vanguarda, trazendo inovações que podem realmente fazer a diferença na vida de tantas pessoas que sofrem com problemas de coluna. Imagino o impacto positivo que essa tecnologia pode ter ao oferecer uma opção de tratamento baseada em evidências e experiências compartilhadas. Seria fantástico ver essa metodologia de coleta de dados e compartilhamento se expandir para outras áreas da medicina, fomentando uma cultura de constante aprimoramento e tornando a informação mais acessível para todos, ajudando inclusive pacientes a tomar decisões mais informadas sobre seus próprios tratamentos.
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A iniciativa de coletar “Opiniões de desempenho clínico” anualmente é, sem dúvida, um passo interessante para aprimoramento interno. No entanto, o artigo destaca que o foco da pesquisa é estabelecer uma “medida subjetiva” com base nos resultados relatados pelos próprios clínicos que utilizam o sistema. Para a busca da excelência na tecnologia médica, não deveríamos priorizar dados objetivos e validações independentes de resultados clínicos? A opinião do profissional é valiosa, mas a validação científica robusta exige mais do que a percepção de um grupo de usuários que já investiram na tecnologia.
É um ponto de reflexão: a pesquisa interna da SpineMED, embora útil para o feedback do produto, pode acabar criando um ciclo de feedback fechado onde os resultados positivos são impulsionados por quem já utiliza o sistema. O artigo menciona Dr. Fernando Schmidt como o primeiro a implantar efetivamente no Brasil e que os resultados são postados no site canadense. Isso parece mais uma estratégia para endossar o produto perante novos clientes do que uma pesquisa científica de fato. Acredito que a verdadeira “aposta na tecnologia” viria com estudos de pares independentes, comparando os resultados da SpineMED com outras abordagens de descompressão e terapias tradicionais.
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É interessante notar a pesquisa anual da SpineMED® para coletar opiniões de desempenho clínico, utilizando resultados subjetivos de pacientes. A publicação desses dados, como “SURVEY desempenho clínico”, promove uma importante transparência.
No Brasil, o Dr. Fernando Schmidt se destaca como pioneiro na implantação da SpineMED®, conforme o site canadense indica, mostrando a aposta na tecnologia. 🇧🇷
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É super inspirador ler sobre a pesquisa anual de “Opiniões de desempenho clínico” da SpineMED®, que demonstra um comprometimento genuíno em coletar e disponibilizar dados sobre os resultados dos pacientes, e como alguém que valoriza a inovação em saúde, ver que profissionais como o Dr. Fernando Schmidt foram pioneiros em trazer essa tecnologia para o Brasil e compartilhar suas experiências só reforça a importância de um tratamento cada vez mais baseado em evidências e na experiência real! ✨
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É interessante ver o compromisso da SpineMED® com a pesquisa anual de ‘Opiniões de desempenho clínico’ para aprimorar seus sistemas. No entanto, o artigo menciona que os dados coletados visam estabelecer uma ‘medida subjetiva com os resultados clínicos do Sistema’. Fico pensando se, para um esforço contínuo de excelência, não seria crucial complementar essa abordagem com métricas mais objetivas e talvez estudos duplo-cegos, independentes dos próprios clínicos que já utilizam a tecnologia. Afinal, a percepção do clínico, embora valiosa, pode não refletir a totalidade do impacto da terapia nos pacientes.
É louvável que as respostas dos médicos sejam postadas como informação clínica para consulta. Contudo, em um cenário onde novas tecnologias surgem constantemente, seria enriquecedor ver como esses resultados da SpineMED® se comparam a outras abordagens e quais as taxas de sucesso a longo prazo, além de eventuais desafios ou contra-indicações que talvez não venham à tona em um formato de ‘opinião’. A menção ao Dr. Fernando Schmidt como pioneiro no Brasil é um bom ponto de partida, mas a credibilidade de uma tecnologia se solidifica com um corpo de evidências que transcende a experiência inicial de um único especialista ou a satisfação de um grupo seleto de usuários.
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A iniciativa da SpineMED® de coletar anualmente ‘Opiniões de desempenho clínico’ para estabelecer uma medida subjetiva dos resultados é um esforço pertinente na avaliação da eficácia do Sistema. O destaque para o Dr. Fernando Schmidt como pioneiro na implantação efetiva no Brasil, conforme o artigo aponta, sublinha a relevância da experiência clínica local.
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É muito interessante que a SpineMED realize uma pesquisa anual de “Opiniões de desempenho clínico” para coletar feedback dos profissionais. No entanto, o artigo destaca que o objetivo é estabelecer uma “medida subjetiva” com base nos resultados. Embora o feedback subjetivo dos clínicos seja valioso para aprimoramento interno, ele não tem o mesmo peso de evidências objetivas e randomizadas. Fica a dúvida: como a SpineMED garante que as “opiniões” refletem a eficácia real da tecnologia em comparação com outros tratamentos, e não apenas a percepção dos profissionais que já estão investindo no sistema?
A forma como os dados são apresentados também merece atenção. Se a pesquisa serve como “informação clínica” e os resultados são postados pela própria empresa, existe um risco de viés de confirmação. Os clínicos que investem em uma tecnologia tendem a ter uma experiência positiva e a defendê-la, o que pode mascarar resultados menos favoráveis ou a falta de eficácia em casos específicos. Seria mais transparente se a SpineMED buscasse a validação desses resultados por meio de estudos independentes e revisados por pares, e não apenas por meio de uma pesquisa interna de satisfação.
O artigo menciona o sucesso da implantação do sistema no Brasil pelo Dr. Fernando Schmidt, o que é um ponto positivo, mas me leva a questionar: os resultados clínicos excepcionais são decorrentes da máquina em si ou da excelência do profissional que a opera? Em muitos casos, a tecnologia é apenas uma ferramenta. A expertise clínica e a abordagem multidisciplinar do profissional são fatores cruciais para o sucesso. Seria mais convincente ver dados que separem o efeito da tecnologia do efeito do clínico, para entender de fato a contribuição da SpineMED para a recuperação dos pacientes.
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A iniciativa da SpineMED® em conduzir uma pesquisa anual de “Opiniões de desempenho clínico” junto aos seus clínicos é um passo louvável na busca por *feedback* e na promoção da transparência, especialmente ao tornar as respostas acessíveis através de um “link ativo”. No entanto, ao descrever a coleta de “resultados dos pacientes” como uma “medida subjetiva com os resultados clínicos do Sistema”, o artigo aponta uma limitação metodológica. Para uma avaliação mais robusta da eficácia clínica, seria mais indicado complementar essas opiniões com dados objetivos e quantificáveis, como escores de dor validados (e.g., EVA, McGill Pain Questionnaire), índices de incapacidade funcional (e.g., ODI, NDI) e, idealmente, avaliações de imagens ou testes de mobilidade antes e após o tratamento. A dependência exclusiva de “opiniões” dos clínicos, embora útil para insights qualitativos, pode introduzir vieses e dificultar a generalização e a reprodutibilidade dos achados.
A menção ao Dr. Fernando Schmidt como o pioneiro na implantação efetiva da SpineMED® no Brasil, conforme corroborado pelo site canadense e com o suporte da SpineMED Brasil, destaca um importante marco para a introdução e disseminação dessa tecnologia de descompressão espinhal no cenário clínico nacional. Essa referência geográfica específica abre uma oportunidade ímpar para a construção de uma base de evidências mais contextualizada. Seria de grande valor para a comunidade científica e clínica que a SpineMED, em parceria com centros como o do Dr. Schmidt, incentivasse a realização de estudos prospectivos, como séries de casos controladas ou, idealmente, estudos de coorte, com um *follow-up* estruturado e a utilização de *endpoints* clínicos bem definidos, visando validar e quantificar os resultados da terapia em uma população brasileira, adicionando uma camada de dados empíricos aos *surveys* de opinião.
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É bem interessante ver o esforço da SpineMED® em realizar anualmente essa pesquisa de “Opiniões de desempenho clínico”. Coletar a experiência direta dos clínicos e, principalmente, os resultados dos pacientes para ter uma “medida subjetiva” da eficácia do sistema é um ótimo caminho para entender a performance real do tratamento. A transparência de postar as respostas dos médicos como “informação clínica” também é um ponto muito positivo, mostrando um compromisso com a melhoria contínua.
Fico contente em saber que a SpineMED® está investindo nessa coleta de dados e que o Dr. Fernando Schmidt foi o pioneiro na implantação aqui no Brasil. Pensando em complementar essa busca pela excelência, seria ótimo, se possível, que a empresa considerasse também integrar ou destacar dados mais objetivos, como estudos de caso com medições pré e pós-tratamento ou acompanhamento a longo prazo, para enriquecer ainda mais a “medida subjetiva” dos resultados. Isso daria uma perspectiva ainda mais completa sobre a eficácia do sistema.
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