Viagens longas de carro e/ou avião sempre colocam nosso corpo a prova.
Forçosamente, permanecemos sentados por longos períodos e mantemos a coluna em uma postura estática que pode exercer pressão excessiva sobre os músculos, articulações e discos intervertebrais.
Quer saber como se prevenir? Então, siga os cuidados que recomendamos a seguir:
1. Verificando sua Postura:
– Apoie ambos os pés em uma superfície estável;
– Apoie a curva lombar com um suporte adicional;
– Apoie as costas contra o encosto do banco ou poltrona;
– Alinhe as orelhas sobre os ombros, sem que o queixo se projete para a frente e alinhe os ombros sobre os quadris para evitar curvar as costas;
– Apoie o meio da cabeça com um encosto e não empurre a cabeça para frente;
– Se for dirigir, ajuste o volante e o assento do carro para evitar inclinar-se para a frente.
2. Ajustes do Assento
– Traga um suporte para a região lombar. Um travesseiro lombar – ou mesmo uma jaqueta ou cobertor enrolado – pode ser colocado atrás da parte inferior das costas para manter a postura saudável e minimizar crises de dor;
– Tenha um travesseiro de pescoço. Em forma de U, eles são projetados para permitir que o passageiro durma sem dobrar a cabeça muito para um lado;
– Use um descanso para os pés, caso não consiga alcançar o solo confortavelmente.
3. Mova-se o Máximo Possível
– Faça caminhadas curtas e frequentes para manter os músculos e articulações ativos, evitando o aumento da tensão na região lombar e nos quadris.
– No avião, trem ou ônibus, escolha um assento no corredor para tornar o movimento mais fácil;
– Alongue os tendões da coxa apoiando uma perna sobre um assento e incline-se suavemente para a frente até sentir um alongamento na parte de trás da coxa;
– Faça alongamentos simples para o pescoço, dobrando lentamente a cabeça, para buscar levar a orelha até o ombro de ambos os lados.
– Incline a cabeça para a frente, puxando o queixo em direção ao peito, para aliviar a tensão na nuca.
Outros Cuidados com a Coluna em viagens
Além de aliviar a tensão muscular e articular, permanecer ativo em um longo dia de viagem tem o benefício de melhorar a circulação para a coluna.
Manter-se bem hidratado também ajuda a garantir o fluxo saudável de sangue e nutrientes para os músculos das costas, articulações e discos intervertebrais. Isso ajuda a coluna a se mover com mais conforto e pode reduzir a rigidez e a dor que comumente se desenvolvem.
Se você ficar com dor persistente na coluna após viajar. Marque uma consulta para encontrar a solução mais adequada para o seu problema.
Dr. Sandro de Medeiros – artigo publicado em jornal | fevereiro 2023


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Adorei cada detalhe! Post bem completo e informativo. Esse tipo de material é sempre bem-vindo. Parabéns!
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Nossa, que artigo mais necessário! Quem nunca sentiu a coluna gritar depois de horas numa viagem, seja de carro ou avião? Eu mesma já cheguei a destino completamente travada, e adorei como o texto detalha não só *o que* fazer, mas *como* ajustar a postura de um jeito super prático. As dicas de ‘Verificando sua Postura’, como o alinhamento das orelhas sobre os ombros e dos ombros sobre os quadris, são ouro puro e fazem toda a diferença pra não ficar com aquela sensação de que o queixo está indo pra frente o tempo todo.
E a parte de ‘Mova-se o Máximo Possível’ é algo que eu realmente preciso incorporar mais nas minhas próximas aventuras. Confesso que muitas vezes esqueço de levantar e alongar durante voos longos, mas essa ideia de escolher assento no corredor pra facilitar já me deu uma luz! Sem falar na importância da hidratação, que a gente sempre associa a outras coisas, mas aqui o Dr. Sandro reforça como é vital também para a coluna. Vou levar todas essas recomendações comigo pra próxima viagem, porque ninguém merece ter dor persistente estragando a diversão e o bem-estar!
É inegável a relevância do tema abordado pelo Dr. Sandro de Medeiros, já que dores na coluna são um incômodo real e frequente para muitos viajantes. As dicas de postura, como “alinhar as orelhas sobre os ombros, sem que o queixo se projete para a frente e alinhar os ombros sobre os quadris”, são teoricamente excelentes, mas me pergunto o quão factível é manter essa postura ideal por longas horas em assentos de carro ou, principalmente, em poltronas de avião na classe econômica, que muitas vezes não oferecem o suporte adequado. Parece um desafio enorme para a maioria das pessoas, e tenho a impressão de que essas “verificações de postura” acabam sendo mais uma aspiração do que uma realidade sustentável para quem precisa de conforto real em viagens extensas.
Além disso, as sugestões de “mover-se o máximo possível” e realizar alongamentos são válidas, mas a praticidade de “caminhadas curtas e frequentes” dentro de um avião lotado, ou de “apoiar uma perna sobre um assento” para alongar os tendões da coxa em um espaço público e apertado, parece bastante limitada. Seria interessante discutir até que ponto a responsabilidade recai apenas sobre o viajante em adotar essas medidas, e o quanto a indústria de transportes (montadoras de carros, fabricantes de assentos de avião) poderia aprimorar o design ergonômico para que o conforto da coluna não seja uma luta constante. Embora a hidratação ajude, como o artigo menciona, me questiono se esses esforços individuais são suficientes para combater o problema estrutural de assentos muitas vezes inadequados para o corpo humano em longas jornadas.
Vou implementar essas sugestões.
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Nossa, que artigo sensacional! Como alguém que adora viajar, mas que já sofreu horrores com dores nas costas depois de longas horas no carro ou avião, este conteúdo é um verdadeiro salva-vidas. O Dr. Sandro de Medeiros acertou em cheio ao destacar que “viagens longas de carro e/ou avião sempre colocam nosso corpo à prova”, e a forma como ele detalha a pressão excessiva sobre músculos, articulações e discos é super didática. Fiquei super empolgada com as dicas práticas, pois são exatamente o tipo de coisa que a gente precisa saber para aproveitar a viagem sem perrengues na coluna!
As recomendações de “Verificando sua Postura” e “Ajustes do Assento” são ouro puro! Eu, por exemplo, sempre tento seguir a dica de “apoiar a curva lombar com um suporte adicional”, e um travesseiro lombar – ou mesmo uma jaqueta enrolada, como ele sugere – já me salvou em voos de mais de dez horas. E o travesseiro de pescoço em U é meu melhor amigo, especialmente depois de ler que eles “são projetados para permitir que o passageiro durma sem dobrar a cabeça muito para um lado”. Essa atenção aos detalhes muda completamente a experiência de viagem e evita aquela rigidez que a gente tanto odeia.
Mas o que mais ressoa comigo é a parte de “Mova-se o Máximo Possível” e os “Outros Cuidados com a Coluna em viagens”. Eu sempre fui daquelas que não tem vergonha de levantar e dar uma caminhadinha no corredor do avião, e agora vejo que o Dr. Sandro endossa totalmente isso, falando em “caminhadas curtas e frequentes para manter os músculos e articulações ativos”. A dica de “Manter-se bem hidratado” também é fundamental, e eu sinto a diferença na disposição geral, não só na coluna. É muito bom ver um artigo que nos lembra que prevenção é tudo. Viajar é maravilhoso, mas voltar sem dores nas costas é ainda melhor! Valeu, Dr. Sandro, pelas dicas preciosas!
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O artigo aborda de forma pertinente a problemática da manutenção prolongada da postura sentada em viagens, evidenciando a sobrecarga biomecânica em músculos, articulações e discos intervertebrais. As recomendações para a “Verificação da Postura” e “Ajustes do Assento” são fundamentais, focando na otimização das curvaturas fisiológicas da coluna – lordose lombar e cervical – e na minimização de desvios posturais como a protração da cabeça e o arredondamento da coluna torácica. O uso de suportes lombares e cervicais, como mencionado, é crucial para auxiliar na manutenção de um alinhamento neutro da coluna, compensando deficiências ergonômicas inerentes a muitos assentos de transporte. Seria interessante ponderar sobre a variabilidade das dimensões dos passageiros e como as sugestões podem ser universalmente aplicadas, dada a diversidade antropométrica.
A seção “Mova-se o Máximo Possível” e os “Outros Cuidados” reforçam a importância da mobilidade e da hidratação, aspectos muitas vezes negligenciados. A movimentação frequente, mesmo que breve, é vital para mitigar os efeitos da carga estática e da compressão discogênica, promovendo a nutrição dos discos intervertebrais através do mecanismo de bomba, essencial para o metabolismo condrocitário. A hidratação, por sua vez, impacta diretamente a viscoelasticidade dos tecidos conectivos e a turgidez do núcleo pulposo dos discos, contribuindo para a sua capacidade de absorção de choque. A recomendação final para buscar avaliação profissional em caso de dor persistente é um ponto crítico, salientando a diferenciação entre desconforto postural e uma disfunção musculoesquelética que requer intervenção clínica. Estas medidas profiláticas são essenciais para a saúde osteomuscular a longo prazo em indivíduos que viajam frequentemente.
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O artigo toca num ponto essencial pra quem viaja muito: a gente foca tanto no destino que esquece de como o corpo reage a ficar parado. O Dr. Sandro de Medeiros acerta ao falar sobre a importância de apoiar a curva lombar e fazer alongamentos no assento, mas o que eu achei mais relevante foi a parte de hidratação e circulação no final. É um erro comum pensar que só a postura resolve; o combo hidratação + movimento é o que realmente previne aquela rigidez e dor que aparecem depois de horas de viagem. É um lembrete valioso pra não deixar a coluna de lado na hora de planejar o próximo voo.
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O artigo “Vai Viajar de Avião ou Automóvel? Cuidados Com a Sua Coluna!” aborda com pertinência um tema de grande relevância para a saúde e bem-estar de viajantes. É inegável que a permanência prolongada em postura estática, seja em veículos ou aeronaves, impõe um desafio considerável à coluna vertebral, como bem salientado. As recomendações apresentadas, desde a minuciosa “Verificação da Postura” – com detalhes sobre o apoio dos pés e o alinhamento das orelhas sobre os ombros – até os “Ajustes do Assento”, como o uso de suporte lombar e travesseiro de pescoço, são orientações práticas e facilmente aplicáveis que certamente contribuem para mitigar os riscos de desconforto e lesões.
Além dos cuidados pontuais com a ergonomia, a ênfase na “Movimentação Máxima Possível” e na hidratação são aspectos cruciais que frequentemente são subestimados, mas que o artigo inteligentemente destaca como pilares para a saúde circulatória e nutricional da coluna. A inclusão da sugestão de buscar um assento no corredor em transportes coletivos, por exemplo, demonstra uma preocupação prática que vai além da teoria. Contudo, talvez pudesse ser explorado um pouco mais a importância de se realizar exercícios leves de alongamento antes mesmo de iniciar a viagem, como forma de preparação muscular, complementando assim as valiosas dicas de alongamento durante o percurso. A iniciativa do Dr. Sandro de Medeiros em divulgar tais informações é bastante meritória.
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O artigo “Vai Viajar de Avião ou Automóvel? Cuidados Com a Sua Coluna!” aborda de forma pertinente a questão da estase postural prolongada em viagens, um fator biomecânico crítico para a saúde da coluna. A ênfase na “Verificação da Postura” e nos “Ajustes do Assento” é vital. Por exemplo, a instrução de “apoiar a curva lombar com um suporte adicional” e “alinhar as orelhas sobre os ombros, sem que o queixo se projete para a frente e alinhe os ombros sobre os quadris” visa a manutenção das curvaturas fisiológicas da coluna (lordose lombar e cervical, cifose torácica). Essa neutralidade postural é crucial para otimizar a distribuição da carga axial sobre os discos intervertebrais e as articulações facetárias, reduzindo o estresse compressivo e a tensão em ligamentos e musculatura paravertebral, como os eretores da espinha e os multífidos. No entanto, é válido questionar a aplicabilidade e efetividade completa desses ajustes em ambientes restritos como assentos de avião de classe econômica, onde o design do encosto e a ergonomia geral muitas vezes dificultam a adoção de uma postura verdadeiramente neutra sem acessórios externos robustos.
A recomendação para “Mover-se o Máximo Possível” e a inclusão de alongamentos simples são igualmente importantes, refletindo a necessidade de combater o *creep* tecidual – a deformação plástica progressiva de tecidos viscoelásticos (como ligamentos e anel fibroso dos discos) sob carga constante. O movimento intermitente não só melhora a circulação sanguínea local, como o artigo bem coloca, mas também promove a nutrição dos discos intervertebrais através do mecanismo de difusão e imbibição, essencial para sua turgidez e capacidade de absorção de choque. A hidratação, mencionada como “garantir o fluxo saudável de sangue e nutrientes”, complementa essa fisiologia discal. Seria interessante explorar, talvez em uma próxima abordagem, protocolos de mobilização específicos para indivíduos com condições preexistentes, como estenose lombar ou hérnias discais, onde certos movimentos ou posições prolongadas podem ser contraindicados. A orientação de procurar um profissional em caso de “dor persistente” reforça a importância de um diagnóstico diferencial para uma intervenção terapêutica adequada.
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Que demais ver um artigo tão prático e direto sobre um tema que a gente geralmente só lembra quando a dor já está batendo! O Dr. Sandro de Medeiros pegou num ponto crucial: a gente investe tanto na viagem, nos passeios, na comida, mas muitas vezes esquece de preparar o próprio corpo para o desafio físico que o trajeto impõe. Eu mesma já subestimei demais uma viagem de carro de 8 horas e paguei o preço na chegada!
A parte de verificar a postura e fazer os ajustes no assento é ouro! Adorei a versatilidade de sugerir um travesseiro lombar – ou mesmo uma jaqueta ou cobertor enrolado – porque nem sempre temos o acessório perfeito à mão. E essa lembrança de “mover-se o máximo possível”, fazendo caminhadas curtas e alongamentos simples para o pescoço e tendões da coxa, é um verdadeiro game-changer! Sinto na pele a diferença que faz quando me lembro de levantar para esticar as pernas ou alongar o pescoço como o artigo sugere. É incrível como o simples fato de “melhorar a circulação para a coluna” já traz um alívio enorme!
No fim das contas, aplicar esses cuidados não é só sobre evitar dor, mas sobre garantir que a gente chegue ao destino com energia para aproveitar tudo e, mais importante, que a volta não seja um martírio! É um verdadeiro investimento no nosso bem-estar e na qualidade da experiência de viagem como um todo. Super valeu a pena a leitura, já estou salvando para a próxima aventura e lembrando de levar meu kit de sobrevivência postural!
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O Dr. Sandro de Medeiros oferece um guia bem detalhado, mas a aplicabilidade de algumas dicas, como alongar a coxa apoiando a perna no assento ou conseguir um descanso para os pés no avião, levanta uma questão prática: quão realista é implementar tudo isso em viagens onde o espaço costuma ser tão restrito? Nesses contextos, a busca pela “postura saudável” descrita pode ser um desafio maior do que o artigo sugere.
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Gente, que artigo bacana! A gente foca tanto em arrumar a postura do jeito certo (o que o texto explica super bem, especialmente com as dicas de suporte lombar) que esquece de outros fatores. O Dr. Sandro acertou em cheio ao incluir a parte de hidratação e circulação! Essa menção de “manter-se bem hidratado [para] garantir o fluxo saudável de sangue e nutrientes para os músculos das costas, articulações e discos intervertebrais” é o detalhe que a maioria ignora, mas que faz toda a diferença no avião ou em longas viagens de carro pra não chegar no destino sentindo dor ou rigidez. É um cuidado que complementa perfeitamente as dicas de alongamento.
Poxa, que artigo necessário! A gente sempre foca tanto no destino da viagem que esquece do estresse físico que o trajeto de avião ou carro impõe, né? O Dr. Sandro acerta em cheio ao lembrar que ficar parado por horas é um problema real, e a dica de “mover-se o máximo possível” é a mais importante. Muita gente negligencia isso. Eu nunca tinha pensado na hidratação como algo que melhora a circulação pra coluna, mas faz todo o sentido pra evitar aquela rigidez no final do dia. É um combo de cuidados: postura + movimento + hidratação pra não estragar a viagem antes de começar. ✈️🚗
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O artigo acerta ao focar no problema da postura estática prolongada em viagens, que de fato exerce uma pressão excessiva na coluna. As dicas práticas para o ajuste do assento, como o uso do suporte lombar (travesseiro ou jaqueta enrolada), são especialmente relevantes, pois muitas poltronas de avião ou carro não oferecem o apoio adequado para a curva lombar. Além disso, o lembrete sobre a importância da hidratação e do movimento frequente é crucial para manter a circulação e evitar a rigidez muscular e articular durante o trajeto. É um bom guia de prevenção para quem planeja longas horas sentado.
Post incrível! 🔥 Continue assim!
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Gostei bastante das dicas que o Dr. Sandro de Medeiros trouxe sobre como cuidar da coluna em viagens longas, seja de carro ou avião. É algo que a gente nem sempre pensa a fundo, mas o cansaço e as dores no final da viagem são bem reais. Achei super útil a parte de verificar a postura e os ajustes do assento, com detalhes como apoiar os pés e a curva lombar, ou até mesmo usar uma jaqueta enrolada como suporte. São coisas simples que realmente fazem a diferença e que muitas vezes esquecemos de aplicar no dia a dia da viagem.
A seção sobre “Mover-se o máximo possível” também é um lembrete importante. Muitas vezes ficamos com receio de incomodar no avião ou simplesmente com preguiça, mas saber que alongar o pescoço e os tendões da coxa pode aliviar a tensão, além da recomendação de se manter hidratado, reforça a ideia de que o cuidado vai além da posição sentada. Essas dicas complementares, como beber bastante água, realmente ajudam a gente a pensar no bem-estar de forma mais integral durante a viagem. É um artigo bem completo e prático para quem está sempre na estrada ou no ar.
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O artigo acerta ao focar em como a postura estática prolongada afeta a circulação e o fluxo de nutrientes para os discos intervertebrais, indo além do alívio imediato da tensão muscular. Essa perspectiva biológica destaca que o cuidado com a coluna durante a viagem não é apenas sobre conforto, mas sim sobre a manutenção da integridade estrutural a longo prazo.
É importante ressaltar que a maioria dos viajantes foca apenas na dor imediata, mas a sugestão de manter a hidratação e a movimentação constante reforça que a prevenção de problemas na coluna começa com o cuidado proativo. As dicas práticas para o uso de travesseiros e suportes lombares (como a jaqueta enrolada) são essenciais para quem precisa otimizar o conforto em assentos desconfortáveis de avião ou carro.
Esse artigo destaca um ponto crucial para quem viaja: a importância de cuidar da coluna ao permanecer sentado por longos períodos. A dica de usar um suporte para a região lombar, mesmo um simples cobertor enrolado, é prática e faz muita diferença na prevenção de dores.
É fundamental lembrar que não é só a postura, mas também a “caminhada curta e frequente” e a hidratação que são essenciais, como bem lembrado no texto. Pequenas pausas para se alongar deveriam ser regra, especialmente em voos ou viagens longas de carro. ✈️
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O artigo aborda de forma pertinente a prevenção de disfunções musculoesqueléticas em viagens, enfatizando a importância de manter a curva lombar fisiológica e mitigar a compressão axial prolongada sobre os discos intervertebrais através de ajustes posturais e ergonômicos. As recomendações de mobilidade, como alongamentos cervicais e de isquiotibiais, e a hidratação são cruciais para otimizar a circulação e a nutrição do tecido conectivo, minimizando a estase e a sobrecarga mecânica que frequentemente culminam em dor e rigidez.
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