O tratamento da dor, especialmente das tendinopatias crônicas, é um desafio para a medicina. Frente a esta realidade, a aplicação de Ondas de Choque é uma nova modalidade de tratamento que revolucionou o tratamento destas patologias tão frequentes e de difícil resolução.
Esclarecendo: A tendinopatia é uma condição que afeta os tendões, que são estruturas fibrosas que conectam os músculos aos ossos. Contudo, é causada por lesões ou degeneração dos tendões presentes na coluna vertebral.
A Terapia por Ondas de Choque (TOC), portanto, é uma forma de tratamento não invasivo que utiliza um aparelho que envia ondas de som pelo corpo (não envolvem uso de eletricidade), para aliviar alguns tipos de inflamação e estimular o crescimento e reparação de vários tipos de lesões, especialmente em nível muscular e ósseo.
ONDAS DE CHOQUE PARA TRATAR DOR NA COLUNA
Na coluna vertebral, a TOC age em diferentes frentes:
Ação Mecânica: Causando formação de microbolhas que eclodem fragmentando a fibrose local;
Ação Analgésica: Por intenso estímulo local, liberando enzimas que atuam na fisiologia da dor;
Ação Vascular: Provocando uma congestão vascular e formação de novos vasos sanguíneos.
Neste sentido, as ondas de choque promovem:
– Alterações estruturais no tecido;
– Estimulação de crescimento ósseo;
– Estimulação do processo regenerativo dos tecidos;
– Alterações estruturais no depósito de cálcio seguido por reabsorção de cálcio pelo organismo.
Através deste tratamento, foi possível constatar que até 95% dos pacientes obtêm resultados significativos no tratamento de suas dores na coluna.
Estudos demonstram que as ondas de choque melhoram mais de 30% da dor na primeira semana após o tratamento, atingindo melhora superior a 70% nos meses subsequentes por pelo menos 3 meses.
A terapia é realizada pelo médico especialista em coluna vertebral no próprio consultório, sem necessidade de anestesia geral. Para os pacientes com hiperalgesia (dor intensa), realiza-se anestesia local. Conforme o caso, é solicitado ao paciente que não realize esforços por 1-7 dias.
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Dr. Fernando Schmidt – artigo publicado em jornal |agosto 2023


Que notícia boa e animadora ver a clínica trazendo essa novidade de tratamento com Ondas de Choque Guiadas por Ultrassom! Quem já lidou com tendinopatias crônicas, especialmente na coluna vertebral como o artigo menciona, sabe o desafio que é encontrar uma solução eficaz e que não seja super invasiva. É impressionante ler que até 95% dos pacientes obtêm resultados significativos e que a melhora pode ser sentida já na primeira semana, com a TOC atuando de formas tão completas (mecânica, analgésica e vascular) para regenerar os tecidos. Isso dá uma esperança enorme pra gente que busca tratamentos que realmente estimulem o corpo a se recuperar e não só mascarem a dor. Demais!
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O artigo aborda de forma pertinente a Terapia por Ondas de Choque (TOC) como uma modalidade não invasiva e revolucionária para o tratamento de tendinopatias crônicas, focando especificamente nas dores da coluna vertebral. A explicação dos mecanismos de ação – mecânico (com a formação de microbolhas e fragmentação da fibrose), analgésico (liberação de enzimas e modulação da dor) e vascular (neoangiogênese e congestão local) – elucida a base fisiológica para os “resultados significativos” mencionados. Contudo, a generalização de “tendões presentes na coluna vertebral” para as tendinopatias pode ser mais aprofundada. Seria interessante especificar se estamos nos referindo primariamente a entesopatias ligamentares, capsulites facetárias, ou talvez ao componente de partes moles em discopatias crônicas, para maior precisão diagnóstica e terapêutica. A capacidade de promover “alterações estruturais no tecido” e “reabsorção de cálcio” é particularmente relevante para condições calcificantes.
Os dados de eficácia apresentados, com “até 95% dos pacientes obtêm resultados significativos” e “melhora superior a 70% nos meses subsequentes,” são, de fato, bastante encorajadores. A realização do procedimento “no próprio consultório, sem necessidade de anestesia geral,” demonstra a praticidade e baixa invasividade da TOC. Uma questão técnica que surge, dada a complexidade anatômica da coluna, é o quão fundamental a “guiada por ultrassom” (mencionada no título) se torna para otimizar o *targeting* das estruturas profundas, garantindo a entrega precisa da energia e minimizando a dispersão para tecidos não-alvo. Isso poderia agregar ainda mais valor à discussão sobre a segurança e eficácia, especialmente considerando a individualidade das patologias de coluna. Além disso, quais seriam os critérios de inclusão/exclusão específicos para pacientes com histórico de cirurgia de coluna, por exemplo? 🤔
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A abordagem apresentada no artigo é um avanço notável no tratamento de tendinopatias crônicas, que são notoriamente desafiadoras para a medicina. O foco na Terapia por Ondas de Choque (TOC) como uma modalidade não invasiva que atua na regeneração tecidual, e não apenas no alívio sintomático, é fundamental para o sucesso a longo prazo.
É particularmente interessante a descrição dos mecanismos de ação (mecânico, analgésico e vascular) que promovem a reabsorção do cálcio e a formação de novos vasos sanguíneos. Os dados de que a melhora superior a 70% ocorre nos meses subsequentes ao tratamento reforçam a ideia de um processo regenerativo contínuo, não apenas uma solução imediata.
Essa novidade representa uma alternativa promissora para pacientes com dores na coluna que buscam soluções além dos tratamentos convencionais. A possibilidade de realizar o procedimento no consultório, com anestesia local em casos de hiperalgesia, facilita o acesso e a recuperação.
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O artigo apresenta de forma acessível os mecanismos de ação da Terapia por Ondas de Choque (TOC), ressaltando a tríade de efeitos: mecânico, analgésico e vascular. A explicação sobre a fragmentação da fibrose (“formação de microbolhas que eclodem”) é fundamental para entender como a TOC reverte o processo degenerativo crônico. A ação vascular, que promove a neovascularização, é um ponto chave, pois em tendinopatias crônicas a principal barreira à recuperação é a hipovascularização do tecido lesionado. A menção à reabsorção de cálcio é particularmente relevante em casos de tendinopatias calcificadas, onde a TOC se destaca como uma alternativa não cirúrgica eficaz.
É notável a citação de melhora de até 95% nos resultados, mas é crucial contextualizar que esta eficácia está diretamente ligada à correta indicação e ao protocolo de aplicação. A precisão no diagnóstico da etiologia da dor na coluna vertebral e a subsequente localização guiada por ultrassom (como sugerido no título do artigo) são fatores determinantes para o sucesso do tratamento. A recomendação de repouso pós-procedimento (1-7 dias) reforça o caráter regenerativo da terapia, que exige um período de adaptação do tecido para otimizar a resposta biológica.
Que bacana essa novidade sobre o tratamento com ondas de choque pra dor na coluna! É super animador saber que até 95% dos pacientes têm resultados significativos, com mais de 70% de melhora em poucos meses, né? Fiquei pensando que, já que o título fala em “guiadas por ultrassom”, seria legal entender um pouco mais como essa guia torna o tratamento ainda mais preciso ou eficaz, além de ser feito ali no consultório sem anestesia geral. Parece uma alternativa muito promissora pra quem sofre com essas tendinopatias crônicas! 💡 Muito bom!
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O artigo “Novidade Em Nossa Clínica | Tratamento de Ondas de Choque Guiadas por Ultrassom” aborda de maneira clara e instrutiva a aplicação da terapia por Ondas de Choque (TOC) como uma abordagem inovadora para tendinopatias crônicas, especialmente na coluna vertebral. A explanação sobre seus mecanismos de ação — mecânica, analgésica e vascular — é fundamental para compreender a abrangência de seus benefícios. Os dados apresentados, que indicam resultados significativos em até 95% dos pacientes e uma melhora da dor superior a 70% em poucos meses, reforçam o potencial transformador deste tratamento. A conveniência de ser um procedimento não invasivo, realizado em consultório e com um período de recuperação relativamente breve, conforme mencionado, representa um avanço importante na acessibilidade e no conforto para pacientes que lidam com patologias de difícil resolução, como bem destacado pelo Dr. Fernando Schmidt.
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O artigo traz uma análise pertinente sobre o potencial da Terapia por Ondas de Choque (TOC) para o tratamento de tendinopatias crônicas, um campo de estudo crucial dada a prevalência e a complexidade dessas condições na prática clínica. O destaque para o mecanismo de ação multifacetado da TOC é fundamental; a descrição da “formação de microbolhas que eclodem fragmentando a fibrose local” e a subsequente “congestão vascular e formação de novos vasos sanguíneos” delineia a transição do tratamento puramente sintomático para uma abordagem regenerativa. A TOC não apenas modula a dor, mas induz uma cascata biológica que visa reverter a degeneração tecidual crônica.
A progressão dos resultados apresentados no artigo – 30% de melhora na primeira semana e mais de 70% nos meses subsequentes – corrobora a natureza regenerativa do tratamento. Isso indica que a melhora inicial pode ser atribuída à modulação da dor e à ação mecânica inicial, mas os resultados de longo prazo dependem diretamente da neovascularização e da reestruturação do tecido conjuntivo. A menção à reabsorção de depósitos de cálcio, um achado frequente em tendinopatias crônicas, é um indicador importante da capacidade da TOC de reverter processos patológicos estabelecidos, indo além do alívio temporário.
Considerando a aplicação em estruturas complexas como a coluna vertebral, a precisão da entrega da energia é um fator determinante para o sucesso. O uso do ultrassom para guiar as ondas de choque, conforme sugerido pelo título do artigo, é crucial para garantir que a energia seja focada nos pontos de fibrose e degeneração, minimizando a dispersão e otimizando a eficácia do tratamento. Essa precisão técnica é o que permite alcançar resultados significativos (até 95% de melhora) em condições que historicamente respondem mal a terapias conservadoras mais antigas. A avaliação prévia detalhada, mencionada no artigo, é essencial para o sucesso terapêutico.
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Poxa, que legal essa novidade na clínica sobre o tratamento de ondas de choque guiadas por ultrassom, especialmente pra dor na coluna, já que o artigo do Dr. Fernando Schmidt menciona que ele age desde a fragmentação da fibrose até a formação de novos vasos, e o mais interessante é que até 95% dos pacientes têm resultados significativos, sem falar que melhora mais de 70% da dor em poucos meses, o que é uma super esperança pra quem sofre com tendinopatias crônicas e busca algo não invasivo, né? ✨
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É notável como a Terapia por Ondas de Choque aborda as tendinopatias crônicas da coluna por diversas frentes – mecânica, analgésica e vascular – indo além da simples redução da dor. O fato de ser um tratamento não invasivo, que dispensa anestesia geral e permite uma recuperação relativamente rápida (1-7 dias de restrição), demonstra um foco prático na experiência do paciente. Essa combinação de mecanismos de ação claros e eficácia comprovada, com até 95% de resultados significativos e melhora acima de 70% por pelo menos 3 meses, oferece uma perspectiva promissora para quem busca alívio duradouro.
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Que notícia fantástica e encorajadora! Como alguém que já entendeu a frustração de conviver com dores persistentes, especialmente aquelas mais teimosas na coluna, a gente fica sempre na busca por soluções que realmente funcionem a longo prazo. O artigo destaca um ponto crucial: o desafio de tratar tendinopatias crônicas. É muito comum a gente tentar fisioterapia e medicação, mas a dor volta porque a raiz do problema não foi resolvida de verdade. É um alívio ler sobre algo que ataca a degeneração do tecido e estimula o crescimento ósseo e regenerativo.
O que me chamou mais atenção no texto não é apenas a alta taxa de sucesso mencionada (até 95% dos pacientes), mas o *mecanismo* por trás disso. A descrição da Terapia por Ondas de Choque (TOC) agindo em diferentes frentes – ação mecânica fragmentando a fibrose, ação analgésica e, principalmente, a ação vascular que forma novos vasos sanguíneos – é o que realmente diferencia esse tratamento dos paliativos. O artigo menciona a estimulação do processo regenerativo dos tecidos e a reabsorção de cálcio pelo organismo. Isso é fundamental, pois significa que o tratamento está focado na *restauração* do corpo, não apenas em mascarar a dor por um tempo limitado.
É revolucionário pensar que um tratamento não invasivo, realizado no consultório e sem necessidade de anestesia geral (apenas local para casos de hiperalgesia), pode trazer resultados tão significativos e duradouros, com melhora superior a 70% nos meses subsequentes. Para quem já perdeu a esperança com abordagens tradicionais, saber que existe uma opção que promete uma recuperação real e estimula a cura natural do corpo é extremamente animador. É a tecnologia a favor da qualidade de vida, e a clínica está de parabéns por trazer essa novidade.
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Bacana demais ver essa novidade. O que mais chama a atenção no artigo é a combinação da taxa de sucesso de 95% com o alívio rápido de 30% já na primeira semana. Pra quem vive com dores crônicas na coluna, ter um tratamento que promete esse resultado inicial sem ser invasivo é um baita incentivo pra buscar uma solução definitiva.
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É muito interessante ver a introdução da Terapia por Ondas de Choque para dores na coluna, e os dados de melhora são bastante impressionantes, como a menção de “até 95% dos pacientes obtêm resultados significativos” e a “melhora superior a 70% da dor”. Contudo, para quem busca opções de tratamento, seria ótimo ter mais detalhes sobre os estudos que sustentam esses resultados tão promissores; quais as metodologias, o tempo de acompanhamento e o perfil exato das tendinopatias crônicas na coluna abordadas, para entender melhor a aplicabilidade em casos específicos. 🤔
A abordagem apresentada no artigo sobre a Terapia por Ondas de Choque (TOC) para o tratamento de tendinopatias crônicas na coluna vertebral é de grande interesse, especialmente considerando a dificuldade de manejo dessas patologias. A descrição dos mecanismos de ação—incluindo a estimulação vascular para a formação de novos vasos e a ação mecânica na fragmentação de fibroses—esclarece como a modalidade atua na promoção de alterações estruturais e no processo regenerativo dos tecidos, conforme detalhado no texto.
Os dados estatísticos apresentados, que indicam resultados significativos em até 95% dos pacientes e uma melhora superior a 70% nos meses subsequentes ao tratamento, sugerem uma eficácia notável. No entanto, é fundamental que a comunidade médica analise criticamente a generalização desses resultados. A eficácia da TOC pode depender fortemente da etiologia específica da dor na coluna e da seleção criteriosa dos pacientes. A menção de que a melhora de 70% se mantém por “pelo menos 3 meses” também levanta a questão da sustentabilidade a longo prazo, sendo necessária uma investigação contínua para determinar a durabilidade do alívio da dor.
A conveniência do tratamento, realizado em consultório sem a necessidade de anestesia geral, é um ponto favorável que o torna acessível a um leque maior de pacientes. No entanto, a eficácia de qualquer intervenção não invasiva reside na precisão diagnóstica. O artigo corretamente enfatiza a necessidade de uma “avaliação do seu caso” antes de iniciar um programa de tratamento. A TOC, embora promissora, deve ser integrada em um plano terapêutico multimodal que inclua reabilitação e educação postural, garantindo que a abordagem não se limite apenas ao tratamento dos sintomas, mas aborde a causa subjacente da tendinopatia.
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O artigo “Novidade Em Nossa Clínica | Tratamento de Ondas de Choque Guiadas por Ultrassom” aborda de maneira pertinente o desafio que as tendinopatias crônicas, particularmente na coluna vertebral, representam para a medicina contemporânea. A explanação detalhada sobre a Terapia por Ondas de Choque (TOC) como uma modalidade não invasiva, que atua por meio de ações mecânicas, analgésicas e vasculares na fisiologia da dor, é valiosa. É notável a menção de que “até 95% dos pacientes obtêm resultados significativos no tratamento de suas dores na coluna”, o que sublinha a relevância desta abordagem no manejo de patologias de difícil resolução.
A descrição dos benefícios, como a melhora de “mais de 30% da dor na primeira semana” e “superior a 70% nos meses subsequentes”, oferece uma perspectiva clara sobre a eficácia e a durabilidade dos resultados, respaldada por estudos. A praticidade do tratamento, realizado em consultório e com necessidade de anestesia local apenas em casos de hiperalgesia, ressalta a conveniência para o paciente. Tais informações são fundamentais para profissionais da saúde e indivíduos que buscam alternativas eficazes para condições dolorosas da coluna vertebral, reforçando a importância de uma avaliação especializada para a personalização do programa terapêutico.
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É interessante ver a Terapia por Ondas de Choque (TOC) sendo apresentada como uma nova modalidade para tendinopatias crônicas na coluna. No entanto, ao citar que “até 95% dos pacientes obtêm resultados significativos”, levanta-se a questão sobre a fonte e o contexto desses estudos, e o que exatamente constitui um “resultado significativo” nesse percentual tão elevado. É fundamental entender se essa melhora, que o artigo aponta como duradoura por pelo menos três meses, é sustentável a longo prazo, especialmente considerando que tendinopatias crônicas frequentemente resultam de problemas biomecânicos subjacentes que a TOC não aborda diretamente. Seria útil saber como essa terapia se encaixa em um plano de reabilitação mais amplo que vise a correção da causa raiz e não apenas o alívio sintomático.
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