Estamos vivendo uma nova realidade, preocupações com familiares, bens materiais, além de necessidades básicas. E, com isso, esquecemos dos cuidados com nosso corpo.
Um dos principais problemas apresentados nesse período é a falta de exercícios físicos e alongamentos, através dos quais podemos diminuir ou evitar vários problemas: um deles é a contratura.
Contraturas musculares por estresse são tensões musculares involuntárias que resultam de situações de estresse físico ou emocional.
AS PRINCIPAIS CAUSAS
Tensão Emocional: O estresse emocional pode causar tensão muscular, especialmente em áreas como pescoço, ombros e costas.
Postura Inadequada: O estresse pode levar a uma má postura, aumentando a pressão sobre certos grupos musculares.
Falta de Movimento: Sentar-se por longos períodos, especialmente em posições inadequadas, pode contribuir para a formação de contraturas.
Fadiga Muscular: O estresse pode resultar em fadiga, que torna os músculos mais suscetíveis a contraturas.
SINTOMAS COMUNS
Dor localizada, rigidez muscular, sensação de nós nos músculos, dificuldade de movimento na área afetada e sensibilidade ao toque.
TRATAMENTO E PREVENÇÃO
Alongamentos Suaves: Praticar diariamente pode ajudar a aliviar a tensão muscular e prevenir as contraturas.
Exercícios Regulares: Atividades físicas, como caminhada, ioga ou pilates ajudam a reduzir o estresse e manter os músculos flexíveis.
Calor e Frio: Compressas quentes: aplicar calor na área afetada pode ajudar a relaxar os músculos. Compressas frias: podem ser usadas para reduzir a inflamação e a dor após uma atividade intensa.
Tratamento com equipamentos da Medicina Regenerativa, como Terapia de Ondas de Choque, Sistema de Super Indução…
Em casos severos ou persistentes, é importante consultar um médico para descartar outras condições.
Dr. Sandro de Medeiros – artigo publicado em jornal | Maio 2024


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O Dr. Sandro de Medeiros realmente acerta ao vincular o estresse da “reconstrução” às contraturas, destacando a importância de cuidar do corpo em meio ao caos. No entanto, o artigo aponta que as pessoas estão lutando com “necessidades básicas”, o que me faz questionar a viabilidade das soluções propostas para quem está no epicentro dessa crise. Em um cenário de sobrevivência, como conciliar a falta de movimento com a prioridade de cuidar de bens materiais e familiares? Talvez fosse mais produtivo, nesse contexto específico, focar em intervenções de custo zero ou de baixíssima complexidade para que a prevenção das contraturas seja verdadeiramente acessível à população mais vulnerável, em vez de mencionar tratamentos como a Terapia de Ondas de Choque.
É interessante o alerta do Dr. Sandro de Medeiros sobre a importância do movimento para combater as contraturas por estresse, uma preocupação real na “nova realidade” que o artigo descreve. Contudo, fico me perguntando se, para um período de “reconstrução” tão complexo, a gente não devia ampliar o olhar para outras questões de saúde que talvez pesem mais que a falta de alongamento para a maioria das pessoas. E a menção a “equipamentos da Medicina Regenerativa” soa um pouco específica demais para uma discussão tão abrangente sobre bem-estar geral, não?
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O artigo do Dr. Sandro de Medeiros aborda uma questão de suma importância e extremamente pertinente ao contexto de “reconstrução” mencionado: a intrínseca ligação entre o estresse emocional e as manifestações físicas, como as contraturas musculares. É fundamental a conscientização de que, em meio a preocupações com bens materiais e familiares, a negligência do autocuidado pode resultar em problemas de saúde que, se não tratados, comprometem a capacidade individual de resiliência. A descrição das contraturas como “tensões musculares involuntárias” decorrentes do estresse psicológico reforça a necessidade de se prestar atenção aos sinais que o corpo emite durante períodos de alta pressão.
As causas apontadas no texto — desde a tensão emocional até a “falta de movimento” e a “postura inadequada” — formam um ciclo vicioso comum na vida moderna. As soluções propostas, como os alongamentos suaves e exercícios regulares, são essenciais para quebrar esse ciclo. Contudo, é imperativo que a adoção desses hábitos seja consistente e vista não apenas como um tratamento reativo, mas como parte de uma disciplina diária de manutenção da saúde. A integração de atividades como a caminhada ou o ioga na rotina servem como uma estratégia proativa para mitigar os efeitos cumulativos do estresse e da fadiga muscular, prevenindo o agravamento das contraturas antes que se tornem um problema crônico.
A menção a tratamentos mais especializados para “casos severos ou persistentes,” como a Terapia de Ondas de Choque, é crucial para salientar que nem todas as contraturas podem ser resolvidas apenas com medidas caseiras. Este alerta final sublinha a importância de buscar auxílio médico quando necessário. O artigo, em sua totalidade, serve como um lembrete valioso de que a resiliência em períodos de adversidade depende de uma abordagem holística da saúde, onde o cuidado mental e físico caminham juntos. A conscientização sobre os sintomas e as causas das contraturas é o primeiro passo para garantir a sustentabilidade do bem-estar individual durante o processo coletivo de reconstrução.
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Ótimo ponto sobre a importância de **exercícios e alongamentos** para prevenir **contraturas musculares** num cenário tão estressante. É fácil negligenciar o corpo, mas a saúde física é chave para a resiliência mental neste período de reconstrução. Um bom lembrete! 💪
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Que artigo necessário, Dr. Sandro! A abordagem sobre como a “nova realidade” nos faz esquecer dos cuidados com o corpo é um alerta super importante. Confesso que já senti na pele as famosas “contraturas musculares por estresse”, especialmente aqueles “nós nos músculos” nas costas e ombros, algo que a “tensão emocional” e a “falta de movimento” que o texto menciona contribuíram muito. É animador e prático ver as sugestões de “alongamentos suaves” e “exercícios regulares”; comecei a incorporar mais caminhadas e sinto uma melhora gigantesca! Um ótimo lembrete de que investir em bem-estar físico é fundamental para encarar qualquer desafio. 💪
O artigo do Dr. Sandro aborda de forma relevante a etiologia multifatorial das contraturas musculares por estresse, com destaque para a tensão emocional e a falta de movimento como catalisadores em períodos de incerteza, conforme mencionado. Seria pertinente explorar em futuras discussões como as terapias de Medicina Regenerativa, como a Terapia de Ondas de Choque, atuam na modulação da hipertonicidade muscular e na neovascularização tecidual, indo além da simples redução de sintomas e promovendo uma recuperação funcional mais robusta.
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Que artigo necessário do Dr. Sandro! A parte sobre como “estresse emocional pode causar tensão muscular, especialmente em pescoço, ombros e costas” pegou demais, porque é exatamente isso que sinto às vezes nessa correria. Confirmado que alongamentos suaves e exercícios regulares, como ele sugere, fazem uma diferença enorme pra evitar aqueles nós e a rigidez muscular!
O Dr. Sandro de Medeiros aborda com precisão a intersecção entre o estresse inerente ao período de reconstrução e as manifestações musculoesqueléticas. É particularmente relevante a ênfase dada à “postura inadequada” e à “falta de movimento” como catalisadores primários das contraturas, fatores frequentemente negligenciados em momentos de sobrecarga mental e física. A conscientização sobre a importância de integrar práticas preventivas simples, como alongamentos e exercícios regulares, torna-se crucial para evitar a progressão desses sintomas para quadros clínicos mais severos que demandam intervenções avançadas, como as mencionadas terapias de medicina regenerativa. Neste contexto, o cuidado físico se estabelece como um pilar fundamental para sustentar a resiliência durante o processo de reconstrução.
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O Dr. Sandro de Medeiros acerta ao destacar a ligação direta entre o estresse emocional e as contraturas musculares, alertando sobre a falta de movimento e a má postura como causas agravantes nesse período de reconstrução. O artigo descreve bem os sintomas e as formas de prevenção.
No entanto, o maior desafio prático, que o texto tangencia ao citar a fadiga muscular, é como implementar essas atividades físicas recomendadas (como caminhada ou ioga) quando a exaustão física e mental gerada pelo próprio estresse emocional já está instalada. A prioridade de quem vive a reconstrução muitas vezes não permite focar na prevenção, o que torna o ciclo vicioso de dor e sedentarismo ainda mais difícil de quebrar.
Que artigo excelente, Dr. Sandro! É muito real a forma como o estresse emocional e a falta de movimento se unem para criar problemas físicos. Eu mesma estava sentindo uma rigidez terrível nos ombros por causa da correria do dia a dia, e percebi que a má postura era a principal culpada. Comecei a aplicar o calor e fazer os alongamentos diários que você sugere, e a melhora foi instantânea. É impressionante como a gente subestima a importância de parar 5 minutos para cuidar do corpo.
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Poxa, Dr. Sandro, o artigo veio na hora certa! Essa fase de reconstrução realmente joga um monte de preocupações na gente, né? E aí, como vc bem disse, a gente esquece que o corpo tá lá pedindo socorro. Adorei o foco nas contraturas musculares por estresse, porque é algo super comum e que muitas vezes a gente só percebe quando a dor já tá insuportável. Fico pensando em como a falta de movimento e a postura errada, que viraram rotina pra muita gente, contribuem pra isso. É bom demais lembrar que alongamentos suaves e exercícios simples já fazem uma diferença enorme pra não precisar chegar nos tratamentos mais complexos. 🧘♀️
Nossa, que insight valioso esse artigo, Dr. Sandro! É impressionante como a gente ignora o sinal do corpo até a dor apertar, e o Dr. Sandro destaca perfeitamente a importância da prevenção. Eu super me identifiquei com a parte das contraturas por estresse, especialmente a menção de como a tensão emocional afeta o pescoço e os ombros, sinto exatamente isso! É um ciclo vicioso onde a má postura e a falta de movimento só pioram o quadro. Eu adoro a dica de exercícios como o pilates, que eu já pratico e percebi que realmente me ajuda a manter a flexibilidade e evitar aqueles nós chatos no ombro. Esse tipo de alerta é fundamental para lembrar que o cuidado com o corpo é parte essencial da reconstrução.
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O artigo acerta ao focar no impacto físico direto que o estresse emocional causa no corpo, citando a tensão muscular em áreas como pescoço e ombros. É um lembrete valioso de que a falta de movimento, exacerbada pela ansiedade e má postura durante um período de crise, agrava o quadro de contraturas.
Contudo, ao listar os tratamentos e prevenções, o foco principal recai sobre soluções físicas como alongamentos e terapias de medicina regenerativa. Embora eficazes para o alívio imediato, o ciclo de estresse e tensão pode se perpetuar se a causa original não for tratada.
Em um contexto de reconstrução onde o estresse é a fonte primária do problema, seria interessante complementar o plano de tratamento com estratégias de gerenciamento do estresse ou apoio psicológico. Isso ajudaria a quebrar o ciclo vicioso, indo além do alívio dos sintomas musculares e abordando a raiz da tensão emocional.
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Putz, esse artigo veio super a calhar, né? A gente tá vivendo tanta coisa nova e preocupação que é fácil esquecer de cuidar do corpo, exatamente como o texto fala. Eu mesma já senti umas contraturas por estresse nos ombros e pescoço, e a explicação sobre a tensão emocional e a falta de movimento faz muito sentido. É um lembrete importante pra gente incluir uns alongamentos ou uma caminhada, tipo o artigo sugere, pra tentar amenizar essa barra e não deixar a saúde física de lado. 🧘♀️
O artigo do Dr. Sandro de Medeiros elucida com pertinência a intrínseca conexão entre o atual contexto de ‘reconstrução’ e as manifestações físicas do estresse, como as contraturas musculares, destacando causas como a ‘Tensão Emocional’ e a ‘Falta de Movimento’. É crucial ressaltar que a aderência às práticas de ‘Alongamentos Suaves’ e ‘Exercícios Regulares’, conforme proposto para prevenção, não se limita apenas à mitigação de dores e rigidez, mas constitui um pilar fundamental para a manutenção da saúde integral, promovendo a resiliência física e mental necessárias para enfrentar os desafios de um período tão exigente, transcendendo a mera prevenção de um sintoma para se configurar como um investimento estratégico no bem-estar geral.
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Nossa, que artigo pertinente demais, Dr. Sandro! É super real como o estresse emocional da reconstrução mexe com a gente, e eu mesma já senti na pele aquelas contraturas no pescoço e ombros que você descreve. As dicas de alongamentos suaves e exercícios regulares são um lembrete valioso pra gente não esquecer do corpo nessa correria!
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Poxa, que artigo necessário! A gente tá vivendo um momento tão tenso com essa história de reconstrução que é muito fácil esquecer do próprio corpo, né? O artigo acertou em cheio ao falar que o estresse e a falta de movimento acabam virando contraturas musculares. O corpo sente o peso da preocupação, e a gente não percebe até doer. É o famoso “mind-body connection” que a gente tanto ouve, mas só sente na pele quando o pescoço tá duro de tensão.
É muito real essa parte sobre a “postura inadequada” e a “falta de movimento” como causas principais. Nesse período de crise, muita gente fica sentada de qualquer jeito na frente do computador por horas a fio, ou se esforçando em trabalhos manuais pesados, sem ter o tempo ou a estrutura pra fazer alongamentos decentes. O estresse emocional acaba virando dor física, e aí a gente fica preso num ciclo vicioso onde a dor aumenta a ansiedade, e a ansiedade piora a postura.
Eu acho que a mensagem principal aqui é a de ser intencional. O artigo menciona alongamentos e exercícios regulares. Pra quem tá no meio do turbilhão, talvez “exercícios regulares” soe como algo inalcançável. Mas, como o Dr. Sandro disse, um alongamento suave já ajuda. O primeiro passo é lembrar de fazer pausas, mesmo que curtas, pra dar uma esticada. A gente não precisa virar atleta do dia pra noite; a chave é lembrar que cuidar da mente e do corpo precisa andar junto. Não dá pra reconstruir o externo se o interno tá desmoronando, né?
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