Não se assuste! Antes de mais nada, as ondas de choque para tratamento de dores na coluna e musculares não são choque elétrico. Elas também, não têm nada a ver com o “estímulo elétrico” usados em fisioterapia.
Na verdade, são ondas de ultrassom mais potentes, capazes de desinflamar e regenerar tecidos.
Através delas, até 95% dos pacientes se beneficiam para tratar suas dores na coluna. A experiência tem mostrado que as ondas de choque melhoram mais de 30% da dor na primeira semana após o tratamento, atingindo melhora superior a 70% nos meses subsequentes por pelo menos 3 meses.
COMO O TOC AGE?
As ondas de choque agem de diversas maneiras:
– Mecânica – causando formação de microbolhas que eclodem fragmentando a calcificação;
– Analgésica (por intenso estímulo local) – liberando enzimas locais que atuam na fisiologia da dor;
– Vascular – provocando micro vasos que melhoram a irrigação e oxigenação local e, por consequência, reabsorção dos depósitos calcários ou cicatrização tecidual.
SERVE PARA PROBLEMAS DE COLUNA?
Nunca deve ser aplicado diretamente na coluna, cabeça e tórax.
É indicado para dores musculares na região cervical irradiadas para os ombros e na região lombar irradiadas para os membros inferiores.
Tem condições de bons resultados sempre em casos de dores crônicas sem melhora com os tratamentos habituais.
Neste sentido, costuma-se trabalhar com o conceito de dor crônica miofascial com presença dos chamados pontos-gatilho. Assim, com a aplicação das ondas é possível obter a analgesia e o relaxamento muscular.
COMO FUNCIONA?
Em geral, são recomendadas até 3 aplicações, com intervalo mínimo de 3 semanas.
No entanto, existem casos (40-50%) em que uma única aplicação resolve o problema. Alguns pacientes, por exemplo, conseguem alívio imediato e por definitivo, enquanto outros devem aguardar até 6 ou 12 semanas pelo resultado final.
Isto devido a capacidade individual de cicatrização e do estágio de evolução da doença. Os procedimentos são realizados ambulatorialmente e, em média, demoram entre 20 e 40 minutos. Dessa forma, não é necessária nenhuma preparação especial. Apenas se utiliza anestesia por sedação ou anestesia local por infiltração nos casos de dor aguda ou de alta sensibilidade à dor (5 %).
CUIDADOS APÓS A APLICAÇÃO
Repouso de atividades esportivas até a liberação pelo médico, calor ou, às vezes, gelo no local da aplicação 2 a 3 vezes por dia por 10 minutos. Assim como alongamentos leves e manter as atividades diárias, como andar e trabalhar normalmente.
Dr. Sandro de Medeiros – artigo publicado em jornal | junho 2023


Excelente material! Bem apresentado.
Ótimo artigo! Bem explicado.
Maravilhoso!
Nossa, que alívio ler um artigo que traz tanta clareza sobre um tratamento tão promissor! Para quem já teve que lidar com aquelas dores crônicas que o artigo chama de “miofasciais” ou os terríveis “pontos-gatilho,” parece que a gente testa de tudo e nada funciona de verdade. O que mais me animou no texto foi o dado de que até 95% dos pacientes se beneficiam do tratamento. Quando a dor persiste por meses ou anos, um índice de sucesso como esse, superando em mais de 70% a melhora após alguns meses, é um farol de esperança para quem já estava desacreditado nos tratamentos habituais.
Eu achei fascinante a explicação sobre como a Terapia por Ondas de Choque age no corpo. Não é só alívio temporário, mas uma ação real de regeneração! O artigo menciona a formação de “micro vasos que melhoram a irrigação e oxigenação local,” o que é crucial para reverter o ciclo da dor crônica. Essa parte da “reabsorção dos depósitos calcários” também é incrível, pois mostra que o tratamento vai na causa da dor, desfazendo o problema físico. Para quem está cansado de tratamentos que só mascaram a dor, o fato de o artigo citar que a melhora pode ser superior a 70% nos meses subsequentes mostra que é um tratamento que busca a cura e não apenas o paliativo.
O que mais me impressionou foi a praticidade do procedimento descrita no final. O artigo diz que a aplicação dura entre 20 e 40 minutos, é ambulatorial e, na maioria dos casos, não precisa de anestesia. A variação nos resultados (alívio imediato para uns, espera de 6 a 12 semanas para outros) é honesta e importante de ser destacada, pois mostra que o corpo tem seu próprio tempo de cicatrização. Saber que há uma opção com um índice de benefício tão alto (95% dos pacientes) e que foca na regeneração a longo prazo é realmente empolgante para quem busca uma saída para dores persistentes na região cervical ou lombar.
O artigo provê uma descrição precisa da Terapia por Ondas de Choque (TOC), acertando ao diferenciá-la da eletroestimulação (TENS) e posicioná-la como uma modalidade de ultrassom de alta potência. A eficácia do TOC, conforme o texto aponta, reside na indução de respostas biológicas específicas, principalmente nos mecanismos mecânicos e vasculares. A fragmentação por cavitação das microbolhas, descrita no mecanismo de ação, é fundamental para o tratamento de calcificações teciduais. Do ponto de vista fisiológico, a liberação de enzimas locais e o aumento da revascularização, promovendo oxigenação e nutrição celular, justificam a melhora significativa em quadros de dor crônica, como a dor miofascial, que frequentemente está associada a hipóxia local e depósitos calcários.
Os dados apresentados sobre a taxa de sucesso (até 95% de benefício) e o cronograma de alívio (melhora de 30% na primeira semana e >70% nos meses subsequentes) são cruciais para o manejo das expectativas do paciente. A variabilidade na resposta (40-50% resolvendo em uma única sessão versus a necessidade de esperar até 12 semanas para o resultado final) ressalta a importância da avaliação da cronificação e do estágio evolutivo da patologia. O protocolo de até 3 aplicações com intervalo de 3 semanas é consistente com a fisiologia da regeneração tecidual induzida pelo TOC, que necessita desse tempo para que os processos de neovascularização e reparo celular se consolidem.
A indicação específica para dores musculares crônicas com pontos-gatilho, e a contraindicação de aplicação direta na coluna, são pontos críticos. No contexto da dor miofascial, a analgesia imediata e o relaxamento muscular obtidos com o TOC (analgesia via estímulo local e fragmentação mecânica dos trigger points) demonstram um alinhamento entre o mecanismo de ação e a patologia. É fundamental que a aplicação seja precisa para atingir o tecido-alvo sem afetar estruturas adjacentes sensíveis, como nervos e ossos, o que justifica a restrição de aplicação direta em áreas como a coluna vertebral, como corretamente ressalta o artigo.
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Aprovado!
Que massa ler sobre as ondas de choque e ver que tem uma solução tão promissora pra quem sofre de dores crônicas! O artigo já começa desmistificando, o que é ótimo, porque confesso que a primeira coisa que vem à cabeça é “choque elétrico”, e ver que na verdade são “ondas de ultrassom mais potentes” já me deixa muito mais tranquilo. Eu mesma já lido com uma dor lombar que irradia pra perna há anos, e a gente cansa de tentar fisioterapia, remédios, e nada resolve de verdade. Saber que algo consegue “desinflamar e regenerar tecidos” e que “até 95% dos pacientes se beneficiam” acende uma baita esperança!
E o que me animou mais ainda foi ver como o TOC age em várias frentes – desde fragmentar calcificações até melhorar a oxigenação local – e que o foco é em dores crônicas miofasciais e pontos-gatilho, que é exatamente o que sinto. É muito bom saber que o tratamento é rápido, tipo “até 3 aplicações” e que em alguns casos “uma única aplicação resolve o problema”, com resultados que podem vir logo na primeira semana. A praticidade de ser ambulatorial e não precisar de preparação especial também é um ponto super positivo. Acho que pra quem já passou por mil tratamentos mais invasivos ou demorados, essa é uma alternativa que merece ser muito mais divulgada e considerada seriamente. Já vou pesquisar onde tem na minha cidade!
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Concordo totalmente com seu ponto de vista!
Nossa, que alívio e esperança ler sobre as ondas de choque! Para quem, como eu, lida com dores crônicas miofasciais e pontos-gatilho, saber que não é choque elétrico, mas um ultrassom potente que beneficia até 95% dos pacientes é super animador e me faz pensar que pode ser uma virada de jogo. ✨
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Achei muito esclarecedor o artigo, especialmente por começar logo desmistificando o que são as “ondas de choque” e diferenciando-as do choque elétrico ou estímulos de fisioterapia. Essa clareza inicial é fundamental. Os dados de eficácia, com a menção de até 95% de benefício e melhora de mais de 70% nos meses subsequentes para dores crônicas musculares na região cervical e lombar, são realmente animadores para quem busca alívio.
É bastante útil ter as informações sobre como o TOC age em nível mecânico, analgésico e vascular, e também os detalhes práticos sobre o número de aplicações e a duração do procedimento. No entanto, para complementar a abrangência, talvez fosse interessante incluir algumas contraindicações adicionais, além das áreas onde não deve ser aplicado. Isso ajudaria ainda mais o leitor a entender se o tratamento é adequado para seu caso específico. No geral, um excelente guia para quem considera essa opção.
É muito importante a desmistificação inicial, diferenciando as ondas de choque do “choque elétrico” comum da fisioterapia. O artigo esclarece bem a indicação principal, focando nas dores crônicas miofasciais e nos pontos-gatilho, em vez de um tratamento direto para a coluna vertebral em si, o que é um detalhe crucial para o paciente. Além disso, a variação no tempo de resposta (de alívio imediato a 12 semanas para o resultado final) ressalta a importância de gerenciar as expectativas individuais. A menção de que até 95% dos pacientes se beneficiam é encorajadora para quem sofre há anos.
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O artigo é muito eficaz em delinear o perfil ideal de paciente para a Terapia por Ondas de Choque (TOC), focando em dores crônicas miofasciais e pontos-gatilho. É de extrema importância a ressalva sobre a aplicação não ser diretamente na coluna, mas nas áreas musculares adjacentes, definindo claramente o escopo do tratamento. A variabilidade no tempo de resposta, que pode exigir de 6 a 12 semanas para o resultado final, é um dado crucial para alinhar as expectativas dos pacientes e reforçar a necessidade de paciência no processo de regeneração.
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O artigo traz uma perspectiva bem importante pra quem lida com dores crônicas: a esperança de alívio pra quem não melhorou com os tratamentos habituais, como ele menciona. Achei super relevante a parte que explica a questão do tempo de resposta. O texto fala que alguns pacientes (40-50%) sentem alívio imediato, mas outros precisam esperar até 12 semanas pra ver o resultado final. Isso é crucial pra gerenciar a expectativa, né? Vc não pode esperar que a dor suma de uma vez só, mas sim ter paciência pro tratamento funcionar de acordo com a sua capacidade individual de cicatrização. 👍
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O artigo apresenta uma descrição técnica aprofundada dos mecanismos de ação da Terapia por Ondas de Choque (TOC), indo além da simples desmistificação do “choque elétrico”. É notável a especificidade do tratamento ao abordar a indicação para dores crônicas miofasciais e pontos-gatilho, ressaltando a importância de um diagnóstico preciso para o sucesso da aplicação e a consideração das contraindicações de uso direto na coluna vertebral.
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Achei interessante a distinção entre ondas de choque e estímulo elétrico. No entanto, a taxa de sucesso de até 95% parece muito alta, especialmente considerando que o tratamento é indicado para dores musculares na região lombar e cervical, mas não deve ser aplicado diretamente na coluna. Fica a dúvida se essa melhora na dor miofascial realmente aborda a causa principal em casos onde a origem do problema é mais profunda ou estrutural na coluna vertebral.
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O artigo delineia de forma objetiva a terapia por ondas de choque (TOC), distinguindo-a acertadamente da eletroestimulação e ressaltando sua natureza de ultrassom de alta potência, cujos mecanismos de ação mecânico (cavitação), analgésico (modulação enzimática local) e vascular (neoangiogênese) são bem descritos. A menção de até 95% de pacientes beneficiados e a melhora superior a 70% nos meses subsequentes validam o potencial da TOC para dores crônicas miofasciais com pontos-gatilho, particularmente na região cervical e lombar, conforme as indicações. Contudo, a variabilidade dos resultados, que podem ir de alívio imediato a 12 semanas para estabilização, conforme o texto aponta como dependente da capacidade individual de cicatrização e do estágio da patologia, enfatiza a necessidade de um prognóstico individualizado e gerenciamento de expectativas. É pertinente a ressalva de não aplicação direta na coluna, demarcando o escopo de uso para o tratamento de algias musculoesqueléticas periféricas e irradiadas, e não para condições espinhais primárias, o que é uma consideração clínica essencial.
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O artigo do Dr. Sandro de Medeiros oferece uma explanação bastante esclarecedora sobre o tratamento de dores na coluna e musculares por ondas de choque, desmistificando a percepção inicial de “choque elétrico” e distinguindo-o claramente dos estímulos usados em fisioterapia. É notável a apresentação do mecanismo de ação, que detalha como essas ondas de ultrassom mais potentes atuam de maneira mecânica, analgésica e vascular para desinflamar e regenerar tecidos. A informação de que “até 95% dos pacientes se beneficiam” e que a melhora pode ser “superior a 70% nos meses subsequentes por pelo menos 3 meses” é particularmente relevante, oferecendo um panorama otimista para pacientes com dores crônicas.
É fundamental a ressalva de que o tratamento, embora eficaz, “nunca deve ser aplicado diretamente na coluna”, sendo indicado para dores musculares na região cervical e lombar, especialmente em casos de “dores crônicas miofasciais com presença dos chamados pontos-gatilho” que não responderam a outros tratamentos habituais. As informações sobre o protocolo de aplicação, que geralmente envolve “até 3 aplicações, com intervalo mínimo de 3 semanas”, e a variabilidade nos resultados finais entre os pacientes, demonstram a individualidade do processo de cicatrização. A apresentação desses detalhes práticos e das recomendações pós-aplicação contribui significativamente para o entendimento do paciente sobre o que esperar, posicionando a terapia por ondas de choque como uma opção valiosa e especializada para quadros específicos de dor persistente.
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É interessante a clareza ao diferenciar o Tratamento por Ondas de Choque (TOC) das correntes elétricas e do ultrassom terapêutico convencional, sublinhando sua natureza de ondas de ultrassom de maior potência. A explicação dos mecanismos de ação – mecânico (fragmentação por cavitação), analgésico (por liberação enzimática local moduladora da fisiologia da dor) e vascular (com angiogênese e subsequente reabsorção de calcificações e cicatrização tecidual) – é bem delineada, especialmente no contexto da dor crônica miofascial e pontos-gatilho. Contudo, dado que a aplicação direta na coluna é contraindicada, seria pertinente aprofundar nas evidências histopatológicas que sustentam a regeneração tecidual em estruturas musculares e tendíneas adjacentes, e quais biomarcadores poderiam prever a variabilidade do tempo de resposta final (entre alívio imediato e até 12 semanas) ou o sucesso de uma única aplicação em 40-50% dos casos. 🤔
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O artigo aborda de forma elucidativa a terapia por Ondas de Choque (TOC), distinguindo-a apropriadamente de correntes elétricas comumente usadas em fisioterapia, ao classifica-la como ondas de ultrassom de alta potencia. Esta clarificacao e essencial para a compreensao dos pacientes sobre o mecanismo de acao. Os efeitos descritos – mecanico pela formacao de microbolhas para fragmentar calcificacoes, analgesico pela liberacao de mediadores locais, e vascular pela neoformacao de microvasos que otimizam a irrigacao e oxigenacao – sao mecanismos bem estabelecidos na literatura sobre ESWT (Extracorporeal Shock Wave Therapy), indicando uma compreensao solida dos processos biofisicos envolvidos na regeneracao tecidual e modulacao da dor.
A eficacia reportada, com ate 95% de pacientes beneficiados e mais de 70% de melhora da dor nos meses subsequentes, por pelo menos 3 meses, e um dado significativo para o manejo de condicoes cronicas. E crucial notar a indicacao especifica para dores musculares cervicais e lombares irradiadas, particularmente em casos de dor cronica miofascial com pontos-gatilho que nao responderam a tratamentos habituais. Esta especificidade e importante para a selecao de pacientes, evitando aplicacoes indevidas, como as contraindicacoes diretas na coluna, cabeca e torax, que ressaltam a necessidade de um diagnostico preciso e a compreensao das limitacoes anatomicas da tecnica.
Quanto ao protocolo, a recomendacao de ate 3 aplicacoes com intervalo minimo de 3 semanas e coerente com as diretrizes clinicas, permitindo o tempo necessario para a cascata de eventos regenerativos. A variabilidade nos resultados, onde 40-50% dos casos se resolvem com uma unica aplicacao e o resultado final pode levar de 6 a 12 semanas, reflete a complexidade da capacidade individual de cicatrizacao e o estagio da doenca. Embora a abordagem ambulatorial e a baixa necessidade de anestesia (apenas 5% dos casos de alta sensibilidade) tornem o procedimento acessivel, a gestao das expectativas do paciente em relacao ao tempo de resposta e fundamental para o sucesso terapeutico, complementando-se com as orientacoes pos-aplicacao, como repouso esportivo e termoterapia.
Concordo com sua perspectiva sobre o tema.
Massa demais!
Achei o artigo bastante elucidativo ao desmistificar a terapia por ondas de choque, deixando claro que não se trata de choque elétrico. Contudo, algumas das estatísticas apresentadas geram um certo ceticismo construtivo. A afirmação de que “até 95% dos pacientes se beneficiam” e a melhora de “mais de 70% nos meses subsequentes por pelo menos 3 meses” são números realmente expressivos. Seria interessante entender se esses dados provêm de estudos clínicos randomizados e controlados, ou se são observações clínicas, e qual o acompanhamento a longo prazo para além dos três meses. Além disso, embora o título mencione “Dores na Coluna”, o texto ressalta que a aplicação “nunca deve ser diretamente na coluna”, focando em dores musculares irradiadas. Acho importante sempre reforçar essa nuance para evitar expectativas equivocadas. No caso do “alívio imediato e por definitivo” para alguns, versus a espera de “6 ou 12 semanas” para outros, pergunto-me qual o critério para definir esse “definitivo”, e se há mais evidências publicadas em periódicos científicos, além do artigo de jornal mencionado pelo Dr. Sandro de Medeiros. 🧐 É uma área promissora, mas a clareza sobre a metodologia e o rigor científico por trás dos resultados otimistas sempre enriquece a discussão.
O artigo oferece uma excelente contextualização da Terapia por Ondas de Choque (TOC), desmistificando o tratamento ao diferenciá-lo claramente de estímulos elétricos e posicionando-o como uma modalidade de ultrassom de alta potência. A explicação dos mecanismos de ação – mecânico (com a interessante menção à formação de microbolhas e fragmentação de calcificações, sugerindo um efeito de cavitação), analgésico por liberação enzimática local, e vascular com neovascularização – é fundamental para compreender a abrangência de sua eficácia na regeneração tecidual e desinflamação. É notável a taxa de sucesso citada de até 95% e a melhora superior a 70% nos meses subsequentes, o que, se corroborado por estudos com metodologia robusta, posiciona a TOC como uma alternativa promissora para a dor crônica miofascial, particularmente em pontos-gatilho na região cervical e lombar, conforme explicitado. Contudo, a restrição de aplicação direta na coluna é um ponto crítico que merece sempre ser reforçado. A variabilidade na resposta, de alívio imediato a 6-12 semanas para o resultado final, sublinha a importância das características individuais de cicatrização e do estágio patológico, o que demanda uma gestão de expectativas transparente com o paciente. Seria interessante aprofundar, talvez em futuras análises, os critérios específicos que delineiam o ‘benefício’ nos 95% dos pacientes mencionados e como a seleção de pacientes para uma única aplicação versus múltiplas sessões é otimizada, considerando que até 50% dos casos resolvem com uma intervenção.
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O artigo provê uma descrição precisa da Terapia por Ondas de Choque (TOC), indo além da simples diferenciação da eletroestimulação e focando na complexidade dos resultados. É notável a clareza ao especificar o público-alvo para este tratamento: pacientes com dores crônicas miofasciais e pontos-gatilho que não obtiveram sucesso com tratamentos convencionais. A apresentação dos dados de eficácia, como a melhora superior a 70% em meses subsequentes, reforça a natureza regenerativa e gradual do processo, que vai além do alívio analgésico imediato.
A abordagem do artigo sobre a variabilidade da resposta individual é crucial para o gerenciamento de expectativas, mencionando que o alívio pode ser imediato para alguns e exigir um período de espera de até 12 semanas para outros. Essa nuance, aliada às contraindicações de aplicação direta na coluna vertebral, ressalta a importância da indicação clínica precisa. A TOC se configura, portanto, como uma intervenção potente para patologias musculoesqueléticas periféricas específicas, exigindo diagnóstico rigoroso e adesão do paciente ao protocolo de reabilitação.
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