A hérnia de disco acontece quando um dos discos intervertebrais da coluna – estruturas cartilaginosas que possuem as funções principais de absorver impactos e evitar o atrito entre as vértebras – sofre uma fissura em sua estrutura, causada pelo desgaste natural ou por fatores como má postura, sedentarismo, obesidade e tabagismo.
Nestas condições, esse disco deslocado (ou herniado) acaba comprimindo algum nervo. É justamente essa compressão que causa as dores.
TRATAMENTOS
Nem sempre o tratamento da hérnia de disco é feito com cirurgia. Porém, em casos mais graves e com dores crônicas, o paciente pode ter que operar.
Felizmente, com os avanços da tecnologia, hoje é possível fazer cirurgia de hérnia de disco por vídeo – desde que o acesso ao local da lesão seja viável. Esse procedimento é considerado uma técnica minimamente invasiva.
As incisões nas cirurgias tradicionais podem ser de até 5 cm. No caso da cirurgia de hérnia de disco por vídeo – ou cirurgia endoscópica da coluna -, o corte costuma ser menor que 1 cm.
Mas, não é apenas esta a única vantagem da cirurgia endoscópica da coluna:
– Geralmente é feita apenas com anestesia local e sedativos, sem necessidade de anestesia geral;
– O Tempo de cirurgia menor;
– A Recuperação é muito mais rápida e menos dolorosa no pós-operatório;
– Na maioria dos casos, a alta hospitalar ocorre no mesmo dia da cirurgia, sem necessidade de internação.
RECUPERAÇÃO
Justamente pela incisão menor e pelo risco mais baixo de infecções e sangramentos, a recuperação da cirurgia de hérnia de disco por vídeo é mais rápida que o pós-operatório das cirurgias tradicionais.
Porém, mesmo em casa, deve-se permanecer em repouso, evitando atividades que exijam movimentos repetitivos (inclusive dirigir). O médico responsável marcará uma consulta de retorno para a retirada dos pontos e para avaliar a recuperação do paciente. A fisioterapia também pode ajudar a acelerar o processo de reabilitação.
Geralmente, o paciente é liberado para voltar a trabalhar e praticar atividades físicas moderadas em cerca de 15 dias após a cirurgia.
É importante saber que, em cerca de 90% dos casos de hérnia de disco, o procedimento cirúrgico não será necessário. Para isso, o paciente deve procurar o médico especialista assim que os primeiros sintomas surgirem.
Dr. Sandro de Medeiros – artigo publicado em jornal | maio 2023


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É animador ver os avanços da cirurgia endoscópica da coluna, com incisões menores que 1 cm e recuperação tão ágil. Mas, o Dr. Sandro de Medeiros menciona que em 90% dos casos a cirurgia não é necessária; então, fico me perguntando se essa taxa de sucesso com recuperação em 15 dias para atividades moderadas realmente se aplica à maioria dos pacientes elegíveis, ou se existem mais critérios que poderiam influenciar esses resultados e o “acesso viável ao local da lesão” que ele cita. 🧐
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O artigo do Dr. Sandro de Medeiros é bastante informativo ao detalhar as vantagens da cirurgia de hérnia de disco por vídeo, especialmente no que tange à recuperação mais rápida e incisões menores. Contudo, me pergunto se o foco principal na técnica cirúrgica, apesar de inovadora, não poderia ofuscar a estatística crucial mencionada no final: que “em cerca de 90% dos casos de hérnia de disco, o procedimento cirúrgico não será necessário”. Essa porcentagem sugere que a maioria dos esforços deveria ser direcionada a abordagens não cirúrgicas.
Ao listar fatores como má postura, sedentarismo, obesidade e tabagismo como causas da hérnia de disco, o texto aponta para a importância da prevenção e da reversão desses hábitos. No entanto, a discussão sobre como a abordagem conservadora e as mudanças de estilo de vida podem atuar de forma mais abrangente na raiz do problema, e não apenas no alívio sintomático em casos extremos, parece ser um ponto que poderia ser mais desenvolvido, dado que a prevenção é sempre o melhor remédio.
Apesar das inegáveis vantagens da cirurgia minimamente invasiva, como a alta no mesmo dia e a recuperação acelerada, seria útil entender melhor os critérios de “acesso ao local da lesão seja viável” e se há alguma contraindicação específica ou taxa de insucesso que valha a pena mencionar para um panorama completo. Afinal, “minimamente invasiva” não significa “sem riscos” ou “solução mágica”, e a gestão das expectativas do paciente é fundamental, mesmo para um procedimento tão avançado.
Gostei da clareza com que o artigo descreve o que é a hérnia de disco e a compressão nervosa, e como ele apresenta a cirurgia endoscópica como um avanço significativo, especialmente pela incisão menor que 1 cm e o tempo de recuperação mais rápido. No entanto, o próprio texto ressalta que “em cerca de 90% dos casos de hérnia de disco, o procedimento cirúrgico não será necessário.” Isso levanta a questão de se estamos dando foco demais a uma solução de alta tecnologia para um problema que, na esmagadora maioria das vezes, pode ser tratado com métodos conservadores. A tecnologia é inegavelmente impressionante, mas talvez a prevenção e a reabilitação com fisioterapia sejam a verdadeira “solução” para a maioria da população.
Apesar dos benefícios evidentes dessa técnica minimamente invasiva, como a alta no mesmo dia e a recuperação em cerca de 15 dias, é importante questionar a universalidade dessas vantagens. O artigo afirma que o procedimento pode ser feito com “apenas anestesia local e sedativos.” Para um procedimento na coluna vertebral, mesmo que minimamente invasivo, essa opção pode não ser a ideal para todos os pacientes, especialmente aqueles com um limiar de ansiedade mais alto. Além disso, a ideia de alta hospitalar no mesmo dia, embora vantajosa, pode ser precipitada para alguns, considerando a complexidade da reabilitação da coluna vertebral e o risco de movimentos incorretos no pós-operatório.
O artigo lista fatores de risco como má postura, sedentarismo e obesidade, que são, na verdade, os grandes causadores da hérnia de disco. Fica a impressão de que o texto foca muito mais na solução cirúrgica para o sintoma (compressão nervosa) do que na verdadeira causa do problema. Talvez, ao invés de investir tanto na tecnologia para tratar a hérnia de disco já instalada, deveríamos priorizar campanhas de saúde pública focadas na prevenção. Afinal, se 90% dos casos não precisam de cirurgia, o foco deveria ser em evitar que os 10% chegassem à mesa de operação.
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É realmente animador ver os avanços na medicina que possibilitam procedimentos como a cirurgia de hérnia de disco por vídeo. As vantagens apresentadas no artigo, como incisões menores que 1 cm, a possibilidade de anestesia local e a alta hospitalar no mesmo dia, são sem dúvida muito atrativas e prometem uma recuperação “muito mais rápida e menos dolorosa”. No entanto, me pergunto se esses benefícios são igualmente aplicáveis a todos os pacientes e em todas as situações, ou se há uma letra miúda que nem sempre é tão explicitada fora do consultório médico. A ideia de uma recuperação tão breve, com retorno ao trabalho em 15 dias, é ótima, mas será que essa é a realidade para a maioria dos operados?
Um ponto crucial que o artigo menciona e que merece destaque é que a cirurgia por vídeo só é possível “desde que o acesso ao local da lesão seja viável”. Isso sugere que nem todos são candidatos a essa técnica minimamente invasiva, o que é uma consideração importante para gerenciar expectativas. Além disso, o próprio Dr. Sandro de Medeiros aponta que, “em cerca de 90% dos casos de hérnia de disco, o procedimento cirúrgico não será necessário”. Essa estatística reforça a importância de esgotar as opções de tratamento conservador e buscar um diagnóstico precoce, pois a cirurgia, mesmo por vídeo, deve ser a última alternativa, e não a primeira a ser considerada.
Apesar da rapidez da recuperação cirúrgica, que o artigo descreve, é fundamental questionar a abrangência dessa “liberação” para atividades em 15 dias. A hérnia de disco frequentemente está ligada a fatores como má postura, sedentarismo e obesidade. Mesmo com uma cirurgia bem-sucedida, o artigo não aprofunda como esses fatores causadores serão endereçados a longo prazo para evitar recidivas. A fisioterapia é mencionada como um auxílio, mas a responsabilidade do paciente em mudar hábitos de vida parece ser o pilar para uma reabilitação *sustentável*, muito além da simples retirada dos pontos. Afinal, a cirurgia resolve o problema pontual, mas a raiz da questão muitas vezes exige um comprometimento contínuo do paciente.
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O artigo apresenta de forma clara os benefícios da cirurgia endoscópica, mas o ponto de partida é o mais relevante: as causas da hérnia de disco. Fatores como sedentarismo e má postura, mencionados logo no início, reforçam que a prevenção primária é o caminho para a maioria dos casos. O dado de que 90% das ocorrências não exigem procedimento cirúrgico coloca em perspectiva a importância de buscar ajuda médica nos primeiros sintomas e, principalmente, de realizar mudanças no estilo de vida antes que o problema se agrave a ponto de necessitar de uma intervenção minimamente invasiva.
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É muito bom saber que a cirurgia de hérnia de disco evoluiu para esse formato minimamente invasivo! Para quem já teve crises de dor crônica, a perspectiva de poder ter alta no mesmo dia e voltar às atividades normais em apenas 15 dias, como mencionado no artigo, é uma mudança de vida. Isso realmente mostra como a tecnologia pode melhorar muito o pós-operatório e o tempo de reabilitação.
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O artigo apresenta um equilíbrio crucial ao detalhar os avanços da cirurgia endoscópica, mas também enfatizar que 90% dos casos de hérnia de disco não necessitam de intervenção cirúrgica. Isso reforça a relevância de focar nos fatores preventivos citados (sedentarismo e má postura) para evitar o problema desde o início, deixando a cirurgia como último recurso para casos mais graves.
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Nossa, que alívio ler sobre esses avanços! Quem já teve crises de dor na coluna sabe o quanto o medo de ter uma hérnia de disco pode ser paralisante. É muito bom saber que, como o Dr. Sandro de Medeiros menciona, em 90% dos casos o tratamento não é cirúrgico. Isso nos dá esperança de que podemos resolver a questão com fisioterapia e mudanças de hábito. É um lembrete crucial para que a gente preste mais atenção na postura e no sedentarismo, que são causas diretas desse problema.
O que realmente me encheu de otimismo foi a descrição da cirurgia por vídeo. O artigo detalha que a incisão é menor que 1 cm, e a recuperação é muito mais rápida do que nos procedimentos tradicionais. A ideia de ter alta no mesmo dia, sem a necessidade de anestesia geral, é um divisor de águas. Para quem tem pavor de cirurgia, a possibilidade de uma recuperação menos dolorosa e um retorno rápido às atividades (em cerca de 15 dias) é um avanço que transforma a vida do paciente, indo muito além da mera remoção da dor.
É inspirador ver como a tecnologia está evoluindo a passos largos na área da medicina. A discectomia endoscópica, como o artigo descreve, não é apenas um avanço técnico; é uma melhoria significativa na qualidade de vida das pessoas. Esse tipo de procedimento minimamente invasivo diminui o trauma do paciente e acelera o processo de reabilitação. É reconfortante saber que, para aqueles 10% que precisam operar, existe uma opção tão eficaz e menos invasiva.
Muito interessante e esclarecedor o artigo sobre a cirurgia minimamente invasiva de hérnia de disco por vídeo! Gostei como ele começa explicando de forma bem didática o que é a hérnia e os fatores de risco, algo que muita gente talvez não saiba. É realmente animador ver como a tecnologia avançou a ponto de permitir procedimentos como a cirurgia por vídeo. As vantagens apresentadas, como a incisão menor que 1 cm, a anestesia local e a alta no mesmo dia, são pontos cruciais que mostram um grande benefício para o paciente, como o texto bem destaca.
A parte sobre a recuperação é particularmente importante, pois um pós-operatório mais rápido e menos doloroso, com a possibilidade de retornar a atividades moderadas em cerca de 15 dias, faz toda a diferença na vida de quem sofre com dores crônicas. É ótimo que o Dr. Sandro de Medeiros também ressalte que a cirurgia não é sempre o caminho, com cerca de 90% dos casos não precisando de intervenção. Isso reforça a importância de procurar um especialista logo nos primeiros sintomas, como bem frisado no final, para não esperar a situação agravar.
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O artigo aborda de forma concisa os benefícios da discectomia endoscópica, uma técnica que representa um avanço significativo no manejo cirúrgico da hérnia de disco. A redução da morbidade perioperatória é evidente, como destacado pela incisão menor que 1 cm, o uso predominante de anestesia local/sedação e a alta hospitalar no mesmo dia, que contrastam favoravelmente com os parâmetros das cirurgias abertas tradicionais. Essa abordagem minimamente invasiva otimiza a recuperação, permitindo um retorno precoce às atividades em cerca de 15 dias, embora seja crucial ressaltar que a viabilidade do acesso ao local da lesão é um critério de seleção fundamental, nem sempre aplicável a todos os casos de compressão neural. A menção de que em 90% dos casos a cirurgia não é necessária reforça a importância da abordagem conservadora inicial e da intervenção precoce na etiologia multifatorial da hérnia discal, visando evitar a progressão para quadros que demandem procedimentos invasivos.
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O artigo do Dr. Sandro de Medeiros oferece uma análise pertinente sobre a evolução do tratamento da hérnia de disco, especialmente no que tange à cirurgia minimamente invasiva por vídeo. A descrição detalhada das causas e da mecânica da dor, seguida pela introdução de uma solução cirúrgica tão avançada, sublinha o progresso notável na medicina contemporânea. É particularmente relevante observar como a tecnologia, neste caso a endoscopia, redefine os paradigmas de intervenção cirúrgica, tornando procedimentos antes mais invasivos em opções mais seguras e com menor impacto no paciente.
As vantagens enumeradas, como a incisão reduzida, a menor necessidade de anestesia geral e a recuperação acelerada, não apenas mitigam o sofrimento do paciente, mas também otimizam significativamente o processo de tratamento e reabilitação. A possibilidade de alta hospitalar no mesmo dia e o retorno às atividades cotidianas em cerca de 15 dias ilustram um salto qualitativo na eficiência dos procedimentos, com potenciais reflexos positivos na gestão dos recursos hospitalares e na reintegração social e profissional dos indivíduos. Contudo, é crucial reiterar o alerta do Dr. Medeiros sobre a prevalência de 90% de casos que não demandam intervenção cirúrgica, enfatizando a importância vital do diagnóstico precoce e da busca por acompanhamento médico especializado desde os primeiros sintomas.
A despeito da notável evolução tecnológica que permite tais intervenções com menor morbidade, o artigo reforça a premissa de que a prevenção e a atenção às causas primárias da hérnia de disco – como a má postura, o sedentarismo e a obesidade – permanecem pilares inquestionáveis para a saúde da coluna. Este equilíbrio entre a sofisticação do tratamento e a essencialidade das práticas preventivas é uma mensagem valiosa para a população, evidenciando que a medicina avança não só em curar, mas também em educar para um viver mais saudável e livre de dores crônicas.
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O artigo destaca corretamente a evolução da cirurgia de hérnia de disco para técnicas minimamente invasivas, como a endoscopia, focando nos benefícios evidentes para o paciente, como a recuperação mais rápida e a menor dor pós-operatória. Tecnicamente, a redução da incisão de 5 cm (cirurgia tradicional) para menos de 1 cm (endoscopia) é fundamental porque diminui significativamente o dano iatrogênico à musculatura paravertebral. Essa preservação tecidual é um fator-chave na reabilitação mais ágil, permitindo um retorno mais rápido às atividades cotidianas e reduzindo a incidência de instabilidade segmentar futura, um problema associado a abordagens mais invasivas. A possibilidade de realizar o procedimento com anestesia local e sedação, mencionada no texto, também minimiza os riscos sistêmicos da anestesia geral.
Contudo, é crucial contextualizar o avanço da técnica dentro do espectro de tratamento da patologia. Embora a taxa de sucesso não-cirúrgico de 90% seja animadora, a cirurgia endoscópica entra como uma ferramenta de alta precisão para a descompressão neural seletiva nos casos refratários ao tratamento conservador. A menção no artigo de que o acesso deve ser “viável” é importante, pois ressalta que nem todas as patologias discais ou as hérnias complexas (com migração de fragmentos ou associadas a instabilidade significativa) podem ser abordadas exclusivamente por via endoscópica. Nesses casos, procedimentos abertos ou híbridos, muitas vezes com instrumentação, ainda se fazem necessários para garantir a estabilização da coluna.
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Que notícia fantástica e tão animadora! Ler sobre a cirurgia minimamente invasiva de hérnia de disco por vídeo é ver uma verdadeira revolução na medicina, especialmente para quem, como eu, já conheceu alguém que adiava a cirurgia por medo da recuperação ou dos riscos. As vantagens que o artigo do Dr. Sandro de Medeiros aponta são um divisor de águas: uma incisão menor que 1 cm, a possibilidade de anestesia local e sedativos, e o mais incrível, uma recuperação muito mais rápida, com alta hospitalar no mesmo dia, é algo que realmente eleva a qualidade de vida do paciente! É impressionante como a tecnologia está transformando procedimentos que antes eram sinônimo de sofrimento prolongado. E o lembrete final de que em 90% dos casos o procedimento cirúrgico não é necessário, reforça a importância de buscar ajuda médica cedo, mostrando que a prevenção e o tratamento precoce ainda são nossos maiores aliados. 👏
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O artigo do Dr. Sandro de Medeiros oferece uma visão abrangente sobre a hérnia de disco, não se limitando apenas à descrição da condição, mas também contextualizando as causas e as opções de tratamento. É particularmente relevante a ênfase inicial nos fatores de risco, como “má postura, sedentarismo, obesidade e tabagismo”, que sublinham a importância de hábitos de vida saudáveis na prevenção. Ademais, a estatística de que “em cerca de 90% dos casos de hérnia de disco, o procedimento cirúrgico não será necessário” é um dado crucial, reforçando a mensagem de que a cirurgia é um recurso para casos específicos e não a única ou primeira via de tratamento.
Ao detalhar os benefícios da “cirurgia minimamente invasiva de hérnia de disco por vídeo”, o texto transcende a mera descrição técnica, apresentando implicações práticas significativas para o paciente, como a “recuperação muito mais rápida e menos dolorosa” e a possibilidade de “alta hospitalar ocorrer no mesmo dia da cirurgia”. Essas informações são valiosas para pacientes que enfrentam a perspectiva de intervenção cirúrgica, aliviando preocupações comuns. Contudo, a recomendação final de “procurar o médico especialista assim que os primeiros sintomas surgirem” é um conselho primordial, pois a intervenção precoce pode ser determinante para gerenciar a condição de forma conservadora e, idealmente, evitar a necessidade de procedimentos mais complexos.
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