Em primeiro lugar, é importante esclarecer que o tratamento de dor na coluna por ondas de choque consiste em uma energia mecânica depositada na área de uma lesão nas regiões musculares, a fim de estimular a formação de novos vasos sanguíneos através da liberação de células anti-inflamatórias no local.
Os aparelhos que fazem tratamentos por ondas de choque têm diferenças?
Sim! Hoje temos duas tecnologias. Uma que usa o sistema radial, superficial e utilizado principalmente nas clínicas de fisioterapia.
O outro sistema se chama focal que é uma tecnologia de uso exclusivo na área médica e que utiliza um sistema piezoeléctrico de emissão de ondas sonoras de alta intensidade e que pode atingir profundidade de até 10 cm.
Importante esclarecer que, embora o nome seja tratamento por ondas de choque, ele não envolve a eletricidade, mas sim ondas sonoras de alta intensidade.
Especificamente esta tecnologia, é indicada para os tratamentos das dores crônicas da coluna bem como as síndromes miofasciais, que incluem a fibromialgia.
O aparelho tem condições de desfazer nódulos crônicos de fibrose dolorosos nos músculos e é utilizado no tratamento de dores crônicas que não obtiveram bons resultados com os métodos convencionais.
Dentre os inúmeros benefícios, podemos listar alguns como:
* Não invasivo;
* Não precisa de anestesia;
* Traz resultados mais rápidos e duradouros;
* Proporciona retorno rápido às atividades do dia a dia;
* Ambulatorial – não precisa de internação.
O tratamento é feito com 3 a 5 sessões em intervalos de 1 semana.
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Dr. Fernando Schmidt – artigo publicado em jornal | julho 2023


Poxa, que demais ler sobre essa tecnologia de ondas de choque para dores na coluna! Fico super empolgado com a explicação de que não é eletricidade, mas sim ondas sonoras de alta intensidade, e que o sistema focal pode atingir até 10 cm, sendo perfeito para desmanchar aqueles “nódulos crônicos de fibrose dolorosos” que tanto incomodam, inclusive em casos de fibromialgia, já que eu mesmo já lidei com dores persistentes que os métodos convencionais não resolviam, e saber que é um tratamento não invasivo, ambulatorial e com retorno rápido às atividades em apenas 3 a 5 sessões me dá uma baita esperança para tanta gente que busca alívio! 🙏
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O artigo do Dr. Fernando Schmidt oferece uma clarificação oportuna sobre as nuances da tecnologia de ondas de choque, distinguindo de maneira crucial entre o sistema radial e o sistema focal. Essa diferenciação é de grande valia para o entendimento do público, pois o termo “ondas de choque” abrange tecnologias com mecanismos de ação e alcances de profundidade distintos. A menção de que o sistema focal é capaz de atingir até 10 cm e utiliza um sistema piezoeléctrico de alta intensidade, enquanto o radial é mais superficial, destaca a importância de escolher a modalidade correta de acordo com a patologia e a localização da dor crônica na coluna.
A indicação específica do sistema focal para o tratamento de dores crônicas refratárias a métodos convencionais, bem como síndromes miofasciais e fibromialgia, preenche uma importante lacuna no manejo da dor. A explicação do mecanismo de ação, focado em desfazer nódulos crônicos de fibrose e estimular a formação de novos vasos sanguíneos, elucida como a terapia atua na causa subjacente da dor, e não apenas nos sintomas. O protocolo de tratamento de 3 a 5 sessões semanais sugere uma intervenção de curso relativamente curto que busca resultados duradouros, o que é um fator atrativo para pacientes com condições de longa data.
Adicionalmente, os benefícios listados, como a natureza não invasiva e o retorno rápido às atividades diárias, ressaltam o valor agregado dessa modalidade em comparação a abordagens mais invasivas. Ao ser um tratamento ambulatorial que dispensa anestesia e internação, a tecnologia de ondas de choque focal apresenta-se como uma opção de tratamento eficiente e segura. O artigo, portanto, não apenas informa sobre a tecnologia, mas também posiciona seu papel no cenário de cuidados de saúde, fornecendo um recurso importante para pacientes que consideram alternativas para o alívio de dores crônicas persistentes.
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A distinção entre as tecnologias de ondas de choque radial e focal, com a capacidade da focal de atingir até 10 cm de profundidade, é um ponto chave. Isso esclarece o potencial da terapia para dores crônicas na coluna e síndromes miofasciais que não responderam a métodos convencionais, oferecendo uma alternativa não invasiva e ambulatorial.
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O artigo faz uma distinção importante entre as tecnologias, mas foca bastante nos benefícios rápidos e na indicação para quem não melhorou com métodos convencionais. No entanto, a dor crônica na coluna e síndromes miofasciais como a fibromialgia são complexas e multifatoriais. Fico pensando se o mecanismo de estimular novos vasos sanguíneos e liberar células anti-inflamatórias é realmente a chave para a sustentabilidade do tratamento a longo prazo, ou se a intervenção precisa ser combinada com outras formas de reabilitação. Seria interessante ver dados comparativos de eficácia a longo prazo (após 6 meses ou 1 ano) versus a fisioterapia tradicional ou exercício terapêutico, para entender se a promessa de “resultados mais rápidos e duradouros” se mantém para além do alívio inicial.
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É interessante ver a tecnologia focal sendo destacada para dores crônicas da coluna e síndromes miofasciais. Contudo, me pergunto quais as evidências mais robustas que embasam a alegação de “resultados mais rápidos e duradouros”, e como essa tecnologia realmente “desfaz nódulos crônicos de fibrose dolorosos” em condições complexas como a fibromialgia. Seria valioso ter mais dados sobre os estudos que comprovam esses mecanismos e a superioridade comparativa com outros métodos “convencionais” no longo prazo. 🤔
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O artigo do Dr. Fernando Schmidt oferece uma explanação bastante elucidativa e oportuna sobre a aplicação da tecnologia de ondas de choque no tratamento da dor na coluna. É particularmente relevante a distinção apresentada entre os sistemas radial e focal, com a ênfase no uso médico exclusivo do último, que emprega um sistema piezoelétrico capaz de atingir profundidades de até 10 cm, e na desmistificação de que o tratamento não envolve eletricidade, mas sim ondas sonoras de alta intensidade. A indicação para condições como dores crônicas da coluna, síndromes miofasciais e fibromialgia, bem como a capacidade de desfazer nódulos crônicos de fibrose, posiciona esta terapia como uma alternativa valiosa, especialmente para casos que não obtiveram bons resultados com métodos convencionais.
Os benefícios listados, como a natureza não invasiva, a dispensa de anestesia e a característica ambulatorial, são inegavelmente atrativos e contribuem para a potencialização de um retorno rápido às atividades do dia a dia. Contudo, é fundamental reiterar a importância de uma avaliação médica criteriosa para determinar a adequação do tratamento por ondas de choque ao quadro clínico individual, considerando-se as especificidades das duas modalidades tecnológicas e suas indicações precisas. O artigo, ao convidar à conversa com um profissional para orientação específica, reforça a necessidade de um diagnóstico preciso e de um plano terapêutico personalizado, assegurando que os benefícios potenciais sejam maximizados sob a devida supervisão médica.
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Muito esclarecedor o artigo ao detalhar a diferença entre as tecnologias de ondas de choque radial e focal, com a última atingindo até 10 cm de profundidade. É animador ver essa opção não invasiva e ambulatorial como uma alternativa promissora para dores crônicas na coluna que não obtiveram bons resultados com métodos convencionais. ✅
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Nossa, que artigo bacana! Quem sofre de dor crônica na coluna ou tem síndromes como a fibromialgia sabe bem o que é a frustração de tentar vários métodos e não ter o alívio que precisa. O que mais me chamou a atenção no artigo do Dr. Schmidt foi justamente a menção de que essa tecnologia de ondas de choque focal é indicada para casos que “não obtiveram bons resultados com os métodos convencionais”. Isso dá uma esperança enorme para quem já esgotou as opções mais tradicionais e continua sentindo dor constante.
Achei super importante a distinção entre as tecnologias radial e focal, porque muita gente deve confundir as duas. Fica claro que para um problema mais profundo e crônico, como os nódulos de fibrose dolorosos que o Dr. citou, a tecnologia focal é a que realmente vai conseguir atingir a profundidade necessária (até 10 cm!) para desfazer esses pontos de tensão. Essa parte técnica é crucial para entender a diferença entre um tratamento que é só “pra massagear” e um que realmente trata a origem do problema.
A ideia de que o tratamento é não invasivo, não usa anestesia e pode trazer resultados duradouros em apenas 3 a 5 sessões é muito animadora. Para quem precisa retomar as atividades do dia a dia rapidamente, saber que existe uma opção de tratamento com um retorno rápido e com esse potencial de desfazer fibroses crônicas, faz com que valha muito a pena procurar um especialista que utilize essa tecnologia. Certamente vou levar essa informação em consideração.
O artigo faz uma distinção importante entre as tecnologias radial e focal, sendo esta última a mais indicada para dores crônicas na coluna e síndromes miofasciais, como a fibromialgia, por atingir profundidade de até 10 cm.
É interessante notar que o tratamento é não invasivo e promete resultados rápidos e duradouros, o que o torna uma alternativa promissora para pacientes que não obtiveram sucesso com métodos convencionais.
Contudo, a exclusividade da tecnologia focal para a área médica levanta questões sobre a acessibilidade e o custo real desse tratamento no contexto da saúde pública brasileira, onde a demanda por alívio da dor crônica é alta.
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Muito interessante o artigo sobre a tecnologia de ondas de choque para dor na coluna. Gostei bastante da clareza com que o Dr. Fernando Schmidt explica que não se trata de eletricidade, mas sim de ondas sonoras de alta intensidade, e a distinção entre os sistemas radial e focal. Essa diferenciação, com a menção da profundidade que o sistema focal pode atingir (até 10 cm), é um ponto crucial para entender as aplicações mais específicas e a potencial eficácia para dores crônicas e síndromes miofasciais, como a fibromialgia, que muitas vezes são difíceis de tratar.
É animador saber que existem opções não invasivas para condições que muitas vezes não respondem aos métodos tradicionais, e os benefícios listados – como a dispensa de anestesia e o rápido retorno às atividades – são bastante atrativos. Fica a curiosidade de, talvez em um próximo artigo ou numa consulta, entender um pouco mais sobre os critérios específicos para a indicação do tratamento focal em diferentes tipos de dor na coluna, ou quais seriam os primeiros sinais que levariam um paciente a considerar essa alternativa após falha de outros métodos. No geral, o texto é bem esclarecedor e informativo.
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A explanação sobre a tecnologia de ondas de choque, conforme apresentada, evidencia pertinentemente a diferenciação entre sistemas radiais e focais — este último, de natureza piezoelétrica e alta intensidade, atingindo profundidades de até 10 cm, o que é crítico para o tratamento de afecções musculoesqueléticas profundas na coluna e síndromes miofasciais crônicas, incluindo a fibromialgia. O mecanismo dual de estimulação de neoangiogênese via liberação de células anti-inflamatórias e a capacidade de desfazer nódulos fibrosos dolorosos ressaltam a mecanotransdução como pilar para a remodelação tecidual e modulação da dor crônica refratária. Contudo, para otimizar a aplicação, seria valioso detalhar a dosimetria específica (energia de fluxo de densidade e contagem de pulsos) para diferentes patologias e tecidos-alvo, visando maximizar a eficácia clínica da terapia. 🧐
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O artigo faz uma distinção importante entre as tecnologias radial e focal, o que é útil para entender as diferentes aplicações. No entanto, o Dr. Schmidt afirma que a tecnologia atua estimulando a formação de novos vasos e liberando células anti-inflamatórias para “desfazer nódulos crônicos de fibrose dolorosos nos músculos”. Fico pensando se esse mecanismo de ação é realmente suficiente para reverter quadros crônicos complexos como a fibromialgia, onde a dor não é apenas física, mas também tem um forte componente central e sistêmico. A promessa de dissolução de fibrose através de estímulo vascular parece, a princípio, uma simplificação do problema da dor crônica de longa data.
A indicação para dores que “não obtiveram bons resultados com os métodos convencionais” posiciona a tecnologia de ondas de choque como uma espécie de último recurso. A promessa de resultados rápidos e duradouros com apenas 3 a 5 sessões, em intervalos semanais, é bastante tentadora, mas levanta questões sobre a taxa de recorrência. Para quem lida com síndromes miofasciais e fibromialgia há anos, a experiência mostra que a dor crônica exige um manejo contínuo. Seria interessante saber, com base em evidências clínicas, qual é o percentual de pacientes que permanecem sem dor após um ano do tratamento de poucas sessões.
Por fim, a diferenciação entre o sistema focal de uso “exclusivo na área médica” e o radial, usado na fisioterapia, levanta uma questão sobre a acessibilidade versus eficácia. Embora o sistema focal possa atingir maior profundidade (10 cm), a tecnologia radial também tem seus méritos para dores superficiais e miofasciais. Para o paciente que busca alívio, a barreira de custo e acesso a um tratamento “exclusivo” pode ser significativa. Seria construtivo entender melhor em quais cenários a eficácia do sistema focal justifica plenamente essa exclusividade, em comparação com os benefícios que a fisioterapia com ondas radiais já oferece.
O artigo do Dr. Fernando Schmidt oferece uma descrição valiosa sobre a tecnologia de ondas de choque, especialmente ao elucidar que o tratamento se baseia em energia mecânica, e não elétrica, utilizando ondas sonoras de alta intensidade para estimular a neovascularização e a liberação de células anti-inflamatórias. Essa distinção conceitual é fundamental para desmistificar a percepção pública sobre a natureza do método e para que o paciente possa compreender a base biológica de sua eficácia, que transcende o alívio sintomático imediato.
A aplicabilidade do sistema focal, capaz de atingir profundidades de até 10 cm e de desfazer nódulos crônicos de fibrose, é um ponto-chave que ressalta o potencial dessa terapia para casos de dores crônicas na coluna e síndromes miofasciais que não obtiveram sucesso com métodos convencionais. Seria de grande valor, em futuras abordagens, explorar com mais detalhes os critérios de elegibilidade para cada tipo de tecnologia (radial versus focal), a fim de otimizar a indicação terapêutica e os resultados para um espectro ainda maior de condições musculoesqueléticas.
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O artigo do Dr. Fernando Schmidt oferece uma distinção valiosa entre as tecnologias radial e focal, essencial para compreender o espectro de aplicação. No entanto, o mecanismo de ação das ondas de choque, especialmente no sistema focal de alta intensidade, merece um aprofundamento. A eficácia transcende a simples “formação de novos vasos sanguíneos” e reside primariamente na indução da mecanotransdução celular. A pressão de pico positiva e as ondas de tração negativas geradas pelo sistema piezoelétrico desencadeiam a liberação de óxido nítrico e fatores de crescimento (como o VEGF), promovendo a neovascularização e a modulação da matriz extracelular, o que é fundamental para a regeneração tecidual em patologias crônicas.
A indicação para síndromes miofasciais e fibromialgia, conforme o artigo, é clinicamente acertada, especialmente em casos refratários aos métodos convencionais. O efeito de desintegração dos “nódulos crônicos de fibrose dolorosos” mencionados é crucial para reverter o ciclo vicioso de hipóxia-fibrose-dor. A profundidade de penetração de até 10 cm, característica do sistema focal, permite alcançar estruturas fascias e musculares profundas que frequentemente são o epicentro da dor crônica e inacessíveis a tratamentos superficiais. O tratamento atua na descompressão fascial e na reorganização do colágeno, promovendo uma melhora significativa da viscoelasticidade tecidual.
Em relação ao protocolo terapêutico, embora o artigo mencione 3 a 5 sessões, é vital considerar que a dose terapêutica (energia de fluxo de densidade – EFD) e a frequência de aplicação devem ser ajustadas de acordo com a patologia específica e a fase da lesão. A aplicação em dores crônicas exige um planejamento preciso para otimizar a descompressão fascial e a modulação da dor, garantindo que a energia esteja concentrada no alvo tecidual correto. A correta calibração dos parâmetros é o que define a transição de um estímulo regenerativo para um potencial efeito destrutivo, sendo indispensável a avaliação técnica especializada para o sucesso do tratamento.
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O artigo do Dr. Fernando Schmidt elucida de forma bastante clara a tecnologia de ondas de choque para o tratamento de dores na coluna, destacando a distinção fundamental entre os sistemas radial e focal, sendo este último uma inovação médica capaz de alcançar profundidades de até 10 cm. É particularmente relevante o esclarecimento de que a terapia emprega ondas sonoras de alta intensidade, e não eletricidade, desmistificando um possível equívoco. A ênfase nos benefícios como a não invasividade, a ausência de anestesia e a rapidez no retorno às atividades diárias aponta para uma alternativa promissora para pacientes que não obtiveram sucesso com métodos convencionais. Para complementar o valioso conteúdo e a orientação ao leitor, seria interessante explorar, em uma próxima abordagem, algumas das raras contraindicações ou os perfis de pacientes que podem não ser ideais para este tratamento, aprimorando ainda mais a compreensão pública.
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